A primeira é que passei a inglês sem ter que ir a exame.
A segunda é que passei a inglês e não foi com dez.
A terceira é que passei a inglês e não foi com onze.
A quarta é que passei a inglês com doze.
4 boas notícias num só dia, isto tá-me a correr bem!
Já fomos, já deixamos de ser, talvez estejamos de volta. Poderá ser o regresso do mito. O mito que nunca o foi.
terça-feira, junho 21, 2005
Passear com o Nogui e com a Taparuere
é motivo para se ser descomposto pelas pessoas que passam na rua, principalmente velhas rabugentas com pequenas feras à trela.
Estava eu um dia a passear com o Nogui e com a Taparuere. O Nogui teve vontade e deitou cá para fora um cocó. Tudo normal até aqui. A Taparuere agarrou num saco de plástico, deitou mão à obra e nisto… o Nogui avista outro cão a atravessar a rua, a puxar a sua velha chata pela trela.
Velha chata: Óh Senhor, Óh Senhor, olhe que o cão está aqui.
Eu olhei para a senhora e sorri com cumplicidade. O Nogui estava mais uma vez a ser simpático, a cumprimentar um cão vizinho, se bem que se estava a portar mal, estava a ir para a estrada sem autorização, o óh Senhor poderia bem ser um alerta para isso…
Insiste a velha chata, desta vez em pânico: Óh Senhor, não me ouve? Afinal o que isto? Aiiiiiii! Os cães são para andar com trela!
Enquanto a velhota dizia isto e olhava para o Nogui como se fosse um tigre pronto a atacar, estava ele com o seu ar simpático, de rabo a abanar. Há gente mesmo parva.
Enquanto pensava porque raio haveria a velha rabugenta de me chatear logo a mim, eu que não tenho nenhum cão, olhei para a minha mão direita. Lá estava a trela, o símbolo da responsabilidade. Tinha de ser eu a ouvir das boas.
Não é justo, eu tinha a trela mas era a Taparuere que levava o saco com o presente do Nogui. Será que ninguém repara que é o dono quem apanha a caca do cão?
É normal haver pessoas com medo de cães. Não é normal ter-se cão e não se saber distinguir um cão mau de um cão simpático, a não ser que só se conheça cães maus.
Enfim, eu e a Taparuere olhamos um para o outro, ela com um sorriso tímido, eu com cara de miúdo de 5 anos com quem tinham injustamente ralhado. Chamámos o Nogui e seguimos. Voltei-me para trás e deitei um olhar à Velha que continuava a resmungar, get a life, nem os teus netos gostam de ti.
Estava eu um dia a passear com o Nogui e com a Taparuere. O Nogui teve vontade e deitou cá para fora um cocó. Tudo normal até aqui. A Taparuere agarrou num saco de plástico, deitou mão à obra e nisto… o Nogui avista outro cão a atravessar a rua, a puxar a sua velha chata pela trela.
Velha chata: Óh Senhor, Óh Senhor, olhe que o cão está aqui.
Eu olhei para a senhora e sorri com cumplicidade. O Nogui estava mais uma vez a ser simpático, a cumprimentar um cão vizinho, se bem que se estava a portar mal, estava a ir para a estrada sem autorização, o óh Senhor poderia bem ser um alerta para isso…
Insiste a velha chata, desta vez em pânico: Óh Senhor, não me ouve? Afinal o que isto? Aiiiiiii! Os cães são para andar com trela!
Enquanto a velhota dizia isto e olhava para o Nogui como se fosse um tigre pronto a atacar, estava ele com o seu ar simpático, de rabo a abanar. Há gente mesmo parva.
Enquanto pensava porque raio haveria a velha rabugenta de me chatear logo a mim, eu que não tenho nenhum cão, olhei para a minha mão direita. Lá estava a trela, o símbolo da responsabilidade. Tinha de ser eu a ouvir das boas.
Não é justo, eu tinha a trela mas era a Taparuere que levava o saco com o presente do Nogui. Será que ninguém repara que é o dono quem apanha a caca do cão?
É normal haver pessoas com medo de cães. Não é normal ter-se cão e não se saber distinguir um cão mau de um cão simpático, a não ser que só se conheça cães maus.
Enfim, eu e a Taparuere olhamos um para o outro, ela com um sorriso tímido, eu com cara de miúdo de 5 anos com quem tinham injustamente ralhado. Chamámos o Nogui e seguimos. Voltei-me para trás e deitei um olhar à Velha que continuava a resmungar, get a life, nem os teus netos gostam de ti.
segunda-feira, junho 20, 2005
"Roubei" uma ceninha de metal para pôr o tabaco. A verdade é que me apaixonei... não adoro americanices nem lá perto... mas gostei. Diz "Have a good time! Let's your drams comes true. Fashion. Believe in beauty. Sexy & Imdependent". 

Ainda por cima está muita velha... era de uma amiga minha. Bem, era e é, teoricamente está "emprestada a tempo indefinido". Ainda não percebi porque achei tanta graça a esta caixa. Nem sequer é um taparuere de plástico!


Ainda por cima está muita velha... era de uma amiga minha. Bem, era e é, teoricamente está "emprestada a tempo indefinido". Ainda não percebi porque achei tanta graça a esta caixa. Nem sequer é um taparuere de plástico!
O passeio desastrado
Eu sou por natureza uma pessoa distraída. Esta natureza agrava quando algum assunto (ou mais do que um) me entretém os pensamentos. É o descalabro, mando e-mails com anexos que ficam por anexar, vou contra postes, vidros, lixos, pessoas... tento entrar nas lojas pelas montras, esqueço-me do que tenho que fazer, das coisas que combinei, de levar as coisas mais essenciais... enfim, nada que o pessoal não se vá habituando. Mas isto sou eu. E também sou incrivelmente desastrada mas disso já não tenho culpa, é genético. A sério. O meu tio, irmão da minha mãe, é pior do que eu. Não há coisa onde ele meta a mão que não perca a graça, é ver os filhos dele receberem uma prenda, ele dizer "Mostra ao pai" e os gaiatinhos a fugirem com o brinquedo novo antes que fique irremediavelmente partido.
Ora bem, tudo isto foi só a introdução. O que vos quero contar é o meu passeio hoje com o cão. Como habitualmente o meu cão levou-me a passear. Desde que o tenho, hoje foi o meu dia mais distraído.
Andava eu a ser guiada por ele e a pensar nas minhas coisas quando embati numa cabine telefónica. O costume, não há azar. "Cão, podias-me ter avisado" reclamei. E ele nada, fingiu que não me ouviu. Uns metros mais à frente, pumba numa paragem de autocarro. "É pá... cão, a sério, dá lá as deixas..." E ele népias.
Agora vem a parte gira. Uns metros mais à frente o cão espetou-se numa montra. Juro. E ficou a olhar para mim com um ar indignadissimo. Ri-me, "cá se fazem, cá se pagam". Continuamos. O gajo ia a passar a estrada, chamei-o. Voltou para o passeio a olhar para tráz e pof! Foi contra um semáforo. Assustou-se, pregou um salto e bateu num poste de um sinal que estava ao lado. Eu comecei-me a rir larguete, encostei o cotovelo a um caixote do lixo, filho da p*t* do caixote tinha rodinhas em baixo, bazou do meu cotovelo e eu fiquei esparramada no chão. Tudo isto com assistência, estava um babado pai com seu filhote de 4 ou 5 aninhos a deliciar-se com a cena.
Rabo no chão, a saída é a gargalhada... lá saiu. Decidimos voltar para casa. Achei que para distraída e desastrada já chegava eu, não percebi a cena do cão hoje. Solidariedade estranha esta.
p.s. - juro que isto é inteiramente verídico.
Ora bem, tudo isto foi só a introdução. O que vos quero contar é o meu passeio hoje com o cão. Como habitualmente o meu cão levou-me a passear. Desde que o tenho, hoje foi o meu dia mais distraído.
Andava eu a ser guiada por ele e a pensar nas minhas coisas quando embati numa cabine telefónica. O costume, não há azar. "Cão, podias-me ter avisado" reclamei. E ele nada, fingiu que não me ouviu. Uns metros mais à frente, pumba numa paragem de autocarro. "É pá... cão, a sério, dá lá as deixas..." E ele népias.
Agora vem a parte gira. Uns metros mais à frente o cão espetou-se numa montra. Juro. E ficou a olhar para mim com um ar indignadissimo. Ri-me, "cá se fazem, cá se pagam". Continuamos. O gajo ia a passar a estrada, chamei-o. Voltou para o passeio a olhar para tráz e pof! Foi contra um semáforo. Assustou-se, pregou um salto e bateu num poste de um sinal que estava ao lado. Eu comecei-me a rir larguete, encostei o cotovelo a um caixote do lixo, filho da p*t* do caixote tinha rodinhas em baixo, bazou do meu cotovelo e eu fiquei esparramada no chão. Tudo isto com assistência, estava um babado pai com seu filhote de 4 ou 5 aninhos a deliciar-se com a cena.
Rabo no chão, a saída é a gargalhada... lá saiu. Decidimos voltar para casa. Achei que para distraída e desastrada já chegava eu, não percebi a cena do cão hoje. Solidariedade estranha esta.
p.s. - juro que isto é inteiramente verídico.
domingo, junho 19, 2005
À desgarrada (ou continuação dos picanços com a mamã)
Fim de Semana em casa (uma perspectiva, também há outra)
PARTE I
Primeiro o desejo, sim... mas antes de poder ir há que deixar a casa de Lisboa toda arrumadinha, sob o risco de levar uma descasca logo à chegada. Ele é roupa suja enfiada atabalhoadamente para a mala, roupa limpa empurrada desastradamente para o roupeiro, cama feita à pressa, coisas espalhadas enfiadas para um canto. Aspirar pêlos e pó, passar com a esfregona, lavar loiça e mais loiça e os taparueres que vieram comigo no passado fim de semana. Destes deixem-me destacar um enorme com praí 20 litros de caldo verde que me deu para comer caldo verde durante as duas semanas que cá fiquei. Uma correria.
Fechar janelas, trancar portas, desligar luzes, ver fogão. Levar as minhas coisas para baixo, levar as coisas do cão, sair atrasada.
A viagem, vontade de chegar mas obrigada a parar 3 vezes, o cão enjoa. Filas à saida, trânsitos, portagens. Tenho que arranjar via verde. Viagem interminável com tanta vontade de chegar.
Chegar por volta das dez da noite. Bolas. Cheguei finalmente, toco à campainha, o cão ladra alegremente, a mãe desce e faz trinta festas ao cão mas a mim ninguém me ajuda com as malas. Típico. Também, a malas são minhas, deixa ver se posso com elas todas de uma vez. Poder posso, não posso é ser abraçada com 20 malas ao colo!
Parte II
Mil coisas para fazer, ainda trabalhos da escola, muita gente para ver, não vou conseguir dar conta do recado. Começo mal chego, deito-me tarde. De manhã mãe a chatear, levanta, são horas de almoço. Levanto ensonada depois da noitada de trabalho de ontem, olhos ramelosos, passo pela mesa onde a papelada continua e penso no que ainda falta. Almoço, caldo verde. Gosto, mas depois de duas semanas é um bocado demais.
Os amigos querem combinar coisas, eu tenho que trabalhar. Chego à mesa os papéis impecavelmente empilhados. Desespero. Qual era a ordem disto? Estavam distribuídos segundo as coisas que estava a fazer, o já feito, o a seguir e o depois, três montinhos! Suspiro, recomeço.
Jantar, caldo verde. Sinto-me um grilo. Os amigos vieram dar uma ajuda para um trabalho, começamos as gravações. O trabalho é giro, eles divertem-se mas a coisa anda devagar. Tento não desesperar, estão-me a fazer um favor.
Deito tarde, acordo cedo. O cão quer xixi, ontem esqueci-me antes de deitar. Seis e dez, eu no quintal de camisa de noite, o cão a fazer xixi. Volta para a cama, calor insopurtável, o cãe escapa-se para o quarto dos pais, os dois ouvimos um grito.
Almoço de família, compras para levar, ainda trabalho para fazer. Levo o cão? Deixo o cão? Levo, ia morrer de saudades e no próximo fim de semana os pais vão passear.
Saio às 5h, não me apetece ir embora. Este fim-de-semana a mãe e eu nem brigámos muito. Dentro de 15 dias volto.
Adiós mi madre!
PARTE I
Primeiro o desejo, sim... mas antes de poder ir há que deixar a casa de Lisboa toda arrumadinha, sob o risco de levar uma descasca logo à chegada. Ele é roupa suja enfiada atabalhoadamente para a mala, roupa limpa empurrada desastradamente para o roupeiro, cama feita à pressa, coisas espalhadas enfiadas para um canto. Aspirar pêlos e pó, passar com a esfregona, lavar loiça e mais loiça e os taparueres que vieram comigo no passado fim de semana. Destes deixem-me destacar um enorme com praí 20 litros de caldo verde que me deu para comer caldo verde durante as duas semanas que cá fiquei. Uma correria.
Fechar janelas, trancar portas, desligar luzes, ver fogão. Levar as minhas coisas para baixo, levar as coisas do cão, sair atrasada.
A viagem, vontade de chegar mas obrigada a parar 3 vezes, o cão enjoa. Filas à saida, trânsitos, portagens. Tenho que arranjar via verde. Viagem interminável com tanta vontade de chegar.
Chegar por volta das dez da noite. Bolas. Cheguei finalmente, toco à campainha, o cão ladra alegremente, a mãe desce e faz trinta festas ao cão mas a mim ninguém me ajuda com as malas. Típico. Também, a malas são minhas, deixa ver se posso com elas todas de uma vez. Poder posso, não posso é ser abraçada com 20 malas ao colo!
Parte II
Mil coisas para fazer, ainda trabalhos da escola, muita gente para ver, não vou conseguir dar conta do recado. Começo mal chego, deito-me tarde. De manhã mãe a chatear, levanta, são horas de almoço. Levanto ensonada depois da noitada de trabalho de ontem, olhos ramelosos, passo pela mesa onde a papelada continua e penso no que ainda falta. Almoço, caldo verde. Gosto, mas depois de duas semanas é um bocado demais.
Os amigos querem combinar coisas, eu tenho que trabalhar. Chego à mesa os papéis impecavelmente empilhados. Desespero. Qual era a ordem disto? Estavam distribuídos segundo as coisas que estava a fazer, o já feito, o a seguir e o depois, três montinhos! Suspiro, recomeço.
Jantar, caldo verde. Sinto-me um grilo. Os amigos vieram dar uma ajuda para um trabalho, começamos as gravações. O trabalho é giro, eles divertem-se mas a coisa anda devagar. Tento não desesperar, estão-me a fazer um favor.
Deito tarde, acordo cedo. O cão quer xixi, ontem esqueci-me antes de deitar. Seis e dez, eu no quintal de camisa de noite, o cão a fazer xixi. Volta para a cama, calor insopurtável, o cãe escapa-se para o quarto dos pais, os dois ouvimos um grito.
Almoço de família, compras para levar, ainda trabalho para fazer. Levo o cão? Deixo o cão? Levo, ia morrer de saudades e no próximo fim de semana os pais vão passear.
Saio às 5h, não me apetece ir embora. Este fim-de-semana a mãe e eu nem brigámos muito. Dentro de 15 dias volto.
Adiós mi madre!
quinta-feira, junho 16, 2005
Fui fazer uma oral
porque agora quem vai a exame tem que ir a oral independentemente da nota. Bom, fui a oral e isso e, uma vez lá chegada tive que responder apenas a uma pergunta: "O que é que você quer quando for grande?" Ao que eu respondi "Rica, portanto jornalismo está fora de questão." "Fico então mais descansado, pode-se ir embora, se não vai mesmo ser jornalista está passada à cadeira.. Se quisesse é que ia ser mais complicado... mas pronto, assim fico mais descansado. Boas férias."
Poizé...
Poizé...
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(Silsmaria off, pena.)
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(Silsmaria off, pena.)
quarta-feira, junho 15, 2005
Expliquem-me aqui uma coisinha..
Ou seja, dêem-me uma achega com uma coisinha que me tá aqui a fazer espécie: A Constituição Europeia, se for vetada num qualquer país da Europa, chumba, certo? Ou seja, se um país da Europa votar "não" a Constituição vai pelo cano abaixo e tem q ser refeita, certo?
Ora... França e Inglaterra.. dois manda-chuvas... votaram não, certo? Pelo que eu percebi... também não tenho tado muito atenta, confesso. Mas ou votaram não ou vão quase de certeza votar não, certo?
Portanto... a Constituição vai ter que ser revista e isso, certo?
Então... qual é a cena de nos referendarem a mesma Constituição por revisão??
Ora... França e Inglaterra.. dois manda-chuvas... votaram não, certo? Pelo que eu percebi... também não tenho tado muito atenta, confesso. Mas ou votaram não ou vão quase de certeza votar não, certo?
Portanto... a Constituição vai ter que ser revista e isso, certo?
Então... qual é a cena de nos referendarem a mesma Constituição por revisão??
terça-feira, junho 14, 2005
domingo, junho 12, 2005
A MINHA MÃE TEM UM BLOG!!!
A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A sério, a minha mãe tem mesmo um blog!!
Vá lá pessoal, quero as minhas visitas todas canalizadas para lá a ver se a minha querida mãe se entusiasma com isto. Como tem um blog mas não tem site meter, só saberá da vossa presença por comments, bute lá pessoal, toda a gente a dar apoio à minha mãmã! E olha a palminha truz-truz também!!!
www.marialaportuguesa.blogspot.com
Vá lá pessoal, quero as minhas visitas todas canalizadas para lá a ver se a minha querida mãe se entusiasma com isto. Como tem um blog mas não tem site meter, só saberá da vossa presença por comments, bute lá pessoal, toda a gente a dar apoio à minha mãmã! E olha a palminha truz-truz também!!!
www.marialaportuguesa.blogspot.com
tou chateada, pois claro que tou chateada!!!
Temos problemas no mundo da FLI. Pois claro que temos problemas. A noite de ontem passei-a eu a olhar para as estrelas e a duvidar da minha capacidade de julgamento. À partida já sei que esta não funciona muito bem, mas há alturas na vida de uma pessoa que temos que nos agarrar a alguma coisa! Estive a pensar que deveria pedir desculpas a algumas pessoas (vocês não fazem a minima ideia quem são pois eu já reparei que a maior parte das vezes que peço desculpa por alguma coisa as pessoas nunca sabem muito bem porque peço, afinal não era preciso; e pelo contrário quando não peço, deveria pedir...coisas da vida), também estive a pensar que deveria começar a desistir do yoga, já que tal desporto não deve ter sido feito para pessoas que tentam levar reflexões até ao fim, ou seja, surge uma dúvida: não se pode perguntar nada pois vai-se acabar por perturbar os outros coleguitas que até já estão a fazer uma bekita de impressão pois já faz algum tempo que estão um bocado apáticos. E vocês livrem-se de comentar tal facto, afinal o grande problema desta nossa sociedade, a apatia, não é um problema no yoga, até é algo necessário. Deus, onde fui eu me enfiar??!!!
Outro dos meus problemas está directamente ligado com o facto de ter voltado para os montes. Os meus amigos, esquecidos ou momentaneamente deixados de lado devido às mais variadas circunstancias agora exigem a minha presença em tudo o que é eventos sem importância. Alguns dos pesadelos pelos quais tive de passar desde que cheguei foram: saraus (sim, aquelas exibições magnificas de ginástica artística que não terminam nunca), concursos de danças de salão, o que até teria alguma piada se não fosse com crianças de 3anos e aquilo me parecer um bocadinho exploração infantil, futbol salão com idosos (nem imaginam a animação que é ver um senhor com 74anos a correr um campo de futbol a 10km/hr. Entre outros...
E agora os santos! Como decidir com quem ir, já que todos querem partilhar quality time comigo (o que eu agradeço profundamente, tenho amigos fenomenais), ainda por cima há que ter em conta os grupinhos...não parece tão complicado quanto isso, mas a verdade é que não quero desiludir ninguém! Amigos eu só quero um manjerico ;)
ps:sim, mais um post que não diz nada de relevante hehehe
ps2:o que é verdade é que vos adoro a todos ;P
sábado, junho 11, 2005
As pessoas tem a mania,
ou em lisboeta, "as pessoas têm na mania", de dizer que os cães são um bocado broncos. E isto porquê: porque o pessoal atira a bola trinta vezes e eles vão-na buscar trinta vezes. A questão não é que os cães sejam um bocado broncos. Ora reparem, a gente compra bolas, certo? Gasta dinheiro com a p*t* da bola, temos uma bola, damos a bola ao cão, o cão fica contente porque tem um brinquedo e depois pronto, vai de nós aventar (mesmo à alentejana, sim senhora) a bola fora! Não se faz!! È que os cães devem pensar qualquer coisa do tipo "Este gajo\a comprou a treta da bola e agora anda a atirá-la assim ao Deus dará, se eu me descuido volta pa casa sem bola!!" E têm o seu quê de razão. Pra todos os efeitos, os broncos aqui somos nós, a querer ficar sem a bola depois de a termos pago!!!
quinta-feira, junho 09, 2005
+ 1 de Portugal no seu melhor
E porque:
- a “dona” deste blog é alentejana
- se tem falado de portugueses
- quando foi criado o “Taparueres” era um blog (supostamente...) de cariz nacionalista
- faz sempre bem rir um pouco
...aqui fica uma bela ementa bem ao jeito português, elaborado por pessoas que dominam essa bela língua, de tão difícil aprendizagem, que é o “Estrangeiro”!
Para os que já conhecem, nada melhor que relembrar... Para quem é a 1ª vez, recomenda-se vivamente! Que é como quem diz, it is de lifely recommendation!
- a “dona” deste blog é alentejana
- se tem falado de portugueses
- quando foi criado o “Taparueres” era um blog (supostamente...) de cariz nacionalista
- faz sempre bem rir um pouco
...aqui fica uma bela ementa bem ao jeito português, elaborado por pessoas que dominam essa bela língua, de tão difícil aprendizagem, que é o “Estrangeiro”!
Para os que já conhecem, nada melhor que relembrar... Para quem é a 1ª vez, recomenda-se vivamente! Que é como quem diz, it is de lifely recommendation!
Visto de uma nova perspectiva
pelo menos para mim, poderia dizer que o povo português é um povo de ladrões. Primeiro era-mos um pequenininho condado que um puto mimado fez questão de alargar depois de ter metido a sua querida mãe aprisionada numa qualquer torre, com humidades, correntes de vento e sabe-se lá que mais. Depois esse menino mimado veio por ali abaixo roubando terras aos mouros a torto e a direito. Passou-se algum tempo e tal, vieram os descobrimentos. Lá fomos nós de caravelas a ver o que é que podiamos pilhar de onde. Índias, Brasiis e Áfricas, rouba daqui, tira dali, quando não houver diamantes nem as especiarias derem tanto dinheiro, roubam-se pessoas também. Finalmente a cena da CEE, bute lá usurpar dinheiro que não é nosso.
No entrentanto o resto do mundo ficou a conhecer-nos e agora os gajos da Europa já não nos deixam fazer farinha às boas. Claro, não havendo mais quem explorar nem a quem roubar, tamos em crise.
No entrentanto o resto do mundo ficou a conhecer-nos e agora os gajos da Europa já não nos deixam fazer farinha às boas. Claro, não havendo mais quem explorar nem a quem roubar, tamos em crise.
sexta-feira, junho 03, 2005
Isto em alturas de frequências
é tramado. Mas pronto, tem que ser tem que ser então tenho estudado quase todos os dias. Estudei quase na segunda, quase na terça, quase na quarta...
Mas é inevitável ficar com nervos ainda assim, e eu que já sou dada às insónias (não sei dada por quem mas sou) tenho andado ainda pior que o costume. Já tentei tudo e mais alguma coisa, só falt tentar uma sugestão que me foi deixada aqui mesmo neste blog... o passar lá no "mastro bar" (quem não percebeu leia em voz alta. Se ainda assim não percebeu... céus, que mente pura!!). Se não me vier pode ser que pelo menos me canse.
De resto há dias em que aparece aí um alemão que me lixa a cabeça todo. O Alzheimer, sabem? Por falar nisso, o hino dos tipos que tem Alzheimer poderia ser aquela música "Quis saber quem sou... o que faço aqui..." Poderia ser, se eles se lembrassem.
Estou a precisar de umas férias, lá naquela terra francesa era giro, em cancún.
(i'm atrofiating... the good news are porrerinhes, as a matter of fact i've 11 on english tongue test. I'm passed, i hope.)
(Princi!! consegui mudar de subject!!! Não falei do meu lindo, meigo, querido, inteligente, fenomenal, Nogui!!)
Mas é inevitável ficar com nervos ainda assim, e eu que já sou dada às insónias (não sei dada por quem mas sou) tenho andado ainda pior que o costume. Já tentei tudo e mais alguma coisa, só falt tentar uma sugestão que me foi deixada aqui mesmo neste blog... o passar lá no "mastro bar" (quem não percebeu leia em voz alta. Se ainda assim não percebeu... céus, que mente pura!!). Se não me vier pode ser que pelo menos me canse.
De resto há dias em que aparece aí um alemão que me lixa a cabeça todo. O Alzheimer, sabem? Por falar nisso, o hino dos tipos que tem Alzheimer poderia ser aquela música "Quis saber quem sou... o que faço aqui..." Poderia ser, se eles se lembrassem.
Estou a precisar de umas férias, lá naquela terra francesa era giro, em cancún.
(i'm atrofiating... the good news are porrerinhes, as a matter of fact i've 11 on english tongue test. I'm passed, i hope.)
(Princi!! consegui mudar de subject!!! Não falei do meu lindo, meigo, querido, inteligente, fenomenal, Nogui!!)
Ter um cão em campo d'orique
é muito mais do que simplesmente ter um um cão. Ter um cão nesta zona lisboeta (e calculo que o fenómeno seja extensível a outras zonas do país) é pertencer a um clã. Ao clã dos donos de cães anónimos.
Tudo bem, eu cá so tenho o meu cão há 5 dias, ainda não estou integrada no clã portanto que legitimidade tenho eu para falar disto? Precisamente, tenho a legitimidade do observador que conhece mas que não pertence. Portanto, antes que as normas e regras sociais deste clã onde me estou inserindo aos poucos me nuble o raciocínio lógico e livre, vou falar dele já.
Note-se, a melhor hora para passear um cão é a noite. Depois de jantar, lá para as dez da noite até às 5 da manhã. Temos sossego de carros, sossego de pessoas sem cão (que são as chatas que mandam vir, tem medo, não gostam que um animal querido as cheire gentilmente) e podemos soltar o nosso bichinho livremente. Portanto, sendo a melhor hora é normal que os cães e os respectivos donos se encontrem em passeatas ao luar. Muito romântico ehm?
Ora bem, quando os dois cães se encontram os donos dizem "boa noite". Duas palavrinhas apenas que correspondem aos dez minutos que os bichos se levam a cheirar. Nisto os humanos são mais praticos se bem que a cortesia humana seja bem mais superficial do que a cortesia canina. Seguindo, "boa noite" para os donos, umas "cheiradas" para os cães, se a coisa correr bem soltam-se os bichos de mútuo acordo. Entre os donos este acordo não é falado, é sub-entendido quando os cães começam aos pulinhos. Soltos os cães, começa a correria dum lado para o outro. Eles saltam, correm, pulam, brincam, vão, voltam, voltam outra vez e por aí adiante. No entretanto os donos podem começar uma conversa. É-lhes permitido. Falam sobretudo dos cães. Quantos anos, como são em casa, rações, maneiras de educar, peripécias... por aí fora. Mas não falam muito à vontade, falam porque tem que ser.
Quando os cães se afastam um bocadinho mais, um dos dois chamam-no. Basta chamar um que eles vêm os dois. O chamamento é feito à vez. Portanto, ambos os donos ficam a saber o nome do outro animal.
Isto corresponde ao primeiro contacto. Da segunda vez, se acaso se voltam a encontrar, os dois donos voltam a dizer "boa noite" e cumprimentam pelo nome o outro cão. A conversa continua sobre os mesmos temas e pouco mais. Portanto, quando os cães são amigos os donos aguentam-se para eles brincarem. Mas são os cães que são amigos, a malta sabe o nome do outro cão e não o nome do respectivo dono.
Quando os cães se dão mal nem sequer se diz "boa noite". Cada um segue seu caminho a pensar que o outro dono é uma besta e pronto.
O meu cão já tem alguns amigos: A Xana (uma boxer), a Pestinha (uma dálmata com pintas castanhas em vez de pretas) e o Gaspar (um pitbull). De todos o que ele gosta mais é da Xana e eu gosto mais respectivamente da dona da Xana. É com quem estou mais à vontade e mais tempo à conversa. A Xana é mais velha que o Nogui e já o ensinou a beber àgua do coisinho aquele onde os humanos bebem àgua. Foi giro.
E pronto. Por agora é tudo deste clã de donos de cães anónimos, anónimos são os donos, não os cães.
Tudo bem, eu cá so tenho o meu cão há 5 dias, ainda não estou integrada no clã portanto que legitimidade tenho eu para falar disto? Precisamente, tenho a legitimidade do observador que conhece mas que não pertence. Portanto, antes que as normas e regras sociais deste clã onde me estou inserindo aos poucos me nuble o raciocínio lógico e livre, vou falar dele já.
Note-se, a melhor hora para passear um cão é a noite. Depois de jantar, lá para as dez da noite até às 5 da manhã. Temos sossego de carros, sossego de pessoas sem cão (que são as chatas que mandam vir, tem medo, não gostam que um animal querido as cheire gentilmente) e podemos soltar o nosso bichinho livremente. Portanto, sendo a melhor hora é normal que os cães e os respectivos donos se encontrem em passeatas ao luar. Muito romântico ehm?
Ora bem, quando os dois cães se encontram os donos dizem "boa noite". Duas palavrinhas apenas que correspondem aos dez minutos que os bichos se levam a cheirar. Nisto os humanos são mais praticos se bem que a cortesia humana seja bem mais superficial do que a cortesia canina. Seguindo, "boa noite" para os donos, umas "cheiradas" para os cães, se a coisa correr bem soltam-se os bichos de mútuo acordo. Entre os donos este acordo não é falado, é sub-entendido quando os cães começam aos pulinhos. Soltos os cães, começa a correria dum lado para o outro. Eles saltam, correm, pulam, brincam, vão, voltam, voltam outra vez e por aí adiante. No entretanto os donos podem começar uma conversa. É-lhes permitido. Falam sobretudo dos cães. Quantos anos, como são em casa, rações, maneiras de educar, peripécias... por aí fora. Mas não falam muito à vontade, falam porque tem que ser.
Quando os cães se afastam um bocadinho mais, um dos dois chamam-no. Basta chamar um que eles vêm os dois. O chamamento é feito à vez. Portanto, ambos os donos ficam a saber o nome do outro animal.
Isto corresponde ao primeiro contacto. Da segunda vez, se acaso se voltam a encontrar, os dois donos voltam a dizer "boa noite" e cumprimentam pelo nome o outro cão. A conversa continua sobre os mesmos temas e pouco mais. Portanto, quando os cães são amigos os donos aguentam-se para eles brincarem. Mas são os cães que são amigos, a malta sabe o nome do outro cão e não o nome do respectivo dono.
Quando os cães se dão mal nem sequer se diz "boa noite". Cada um segue seu caminho a pensar que o outro dono é uma besta e pronto.
O meu cão já tem alguns amigos: A Xana (uma boxer), a Pestinha (uma dálmata com pintas castanhas em vez de pretas) e o Gaspar (um pitbull). De todos o que ele gosta mais é da Xana e eu gosto mais respectivamente da dona da Xana. É com quem estou mais à vontade e mais tempo à conversa. A Xana é mais velha que o Nogui e já o ensinou a beber àgua do coisinho aquele onde os humanos bebem àgua. Foi giro.
E pronto. Por agora é tudo deste clã de donos de cães anónimos, anónimos são os donos, não os cães.
quinta-feira, junho 02, 2005
terça-feira, maio 31, 2005
Coisas.
Este post é única e exclusivamente para vos dar conta da minha vida a dois (com o cão).
Poder-se-ia pensar que adoptar um cão dum canil é algo problemático, que não vem educados, que estragam e estão sempre excitadissimos e só querem brincadeira. Pois bem, para toda a gente que estiver a pensar nisso lamento informar que estão completamente enganados.
O meu cão é um animal completamente dócil e sossegado. Eu andava mentalizada que tinha que o educar mas a verdade é que ainda não tive que ralhar com ele nenhuma vez. Ainda não me roeu nada, não faz as suas necessidades em casa e quando estamos fica deitadinho e xugadito. De vez em quando suspira, às vezes levanta-se para pedir festinhas e volta-se a deitar (ou volta a deitar-se?).
Estou parva com ele, é muito melhor do que as melhores expectativas que eu tinha. E super orgulhosa porque ao fim do segundo dia comigo pude soltá-lo (longe dos carros) e ele nunca fugiu e vem quando o chamo. A sério.
Acho que o meu cão já me adoptou como dona também. :D
Poder-se-ia pensar que adoptar um cão dum canil é algo problemático, que não vem educados, que estragam e estão sempre excitadissimos e só querem brincadeira. Pois bem, para toda a gente que estiver a pensar nisso lamento informar que estão completamente enganados.
O meu cão é um animal completamente dócil e sossegado. Eu andava mentalizada que tinha que o educar mas a verdade é que ainda não tive que ralhar com ele nenhuma vez. Ainda não me roeu nada, não faz as suas necessidades em casa e quando estamos fica deitadinho e xugadito. De vez em quando suspira, às vezes levanta-se para pedir festinhas e volta-se a deitar (ou volta a deitar-se?).
Estou parva com ele, é muito melhor do que as melhores expectativas que eu tinha. E super orgulhosa porque ao fim do segundo dia comigo pude soltá-lo (longe dos carros) e ele nunca fugiu e vem quando o chamo. A sério.
Acho que o meu cão já me adoptou como dona também. :D
domingo, maio 29, 2005
adoptei um cão.

Chama-se Nogui e é esse aí da foto. Durante dois anos pensei no assunto, amadureci-o, repensei-o e tudituditudi e ontem decidi-me mesmo e fui buscá-lo.
Nesses dois anos de amadurecimento de ideias em que tentei analisar se tinha condições e responsabilidade para ter um cão "idealizei" aquele que seria o cão ideal para mim. Fui então em direcção à união zoolófila para ir buscar um cão rafeiro (porque são mais inteligentes e resistentes às doenças), um cão pequeno e de pêlo curto (para o ter no meu apartamento em lisboa), que tivesse sido apanhado da rua (que são normalmente mais agradecidos e mais fiéis) e que tivesse pelo menos dois anos de idade para não me destruir a casa.
Voltei então com o Nogui. É um podengo e não rafeiro, é de porte médio em vez de pequeno, tem pêlo comprido em vez de curto, em vez de ter sido um cão apanhado da rua era de uma velha que se fartou... tem dois anos. Vá lá.
Eu já escolhi o meu cão, agora estou à espera que ele me escolha a mim como dona. Para já estamo-nos a dar lindamente... o cão é xugadito dentro de casa, faz as necessidades na rua (tirando um só cócó... em dois dias um cócó, assim pensado parece pior do que "desde que o tenho só um cócó")... e prontos. Estamo-nos a habituar.
http://uz.edupt.com/index.php?option=content&task=view&id=125&Itemid=127 O meu cão é um cão famoso e eu não sabia.
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