que as pessoas entrem numa coisa sabendo que não terá futuro ou que não tem pernas para andar (o que é exactamente a mesma coisa porque é redundante, o que continua a ser a mesmíssima coisa). Como se entra sem ter perspectivas de futuro ou exactamente por não haver muitas possibilidades disso, as coisas acabam, certo? (céus, dou comigo às vezes cheia de conclusões brilhantes).
A nossa sociedade tem aquele "estigma" do progresso, da evolução, do "subir", desenvolver-se, chegar mais alto, mais longe, aquelas coisas. Portanto nem toda a gente percebe muito bem a cena do entrar numa coisa que não é suposto avançar. Então, quando a coisa acaba, vêem as palmadinhas nas costas.
Minha gente, há coisas que têm uma função a ser cumprida. Isso é o mais longe que tem que chegar. Depois siga pa bingo com outra coisa qualquer.
Também acho giro a concepção de mudança, reparem que tudo isto está interligado. As pessoas mudam e enfrentam a vida e fazem as mudanças todas que querem ou que conseguem, sentem-se a avançar, a andar em frente de cabeça erguida. Sentem-se umas lutadoras e umas heroínas. Mas reparem, só há necessidade de mudança quando alguma coisa falhou. Quando alguma coisa deu para o torto, não correu como esperado, fez cabum, poff, foi-se. E quando há mudança, não se "segue em frente", não se "avança". Mudança é ruptura, é quebra, é fim e começo portanto não é seguimento!
Cá eu não preciso de chegar longe, basta-me chegar onde quero.
Já fomos, já deixamos de ser, talvez estejamos de volta. Poderá ser o regresso do mito. O mito que nunca o foi.
sábado, junho 25, 2005
sexta-feira, junho 24, 2005
quando adoptei um cão
estava à espera de ter adoptado um cão como animal de estimação. Agora ganhei um bónus. Àparte do meu cão tenho... as minhas pulgas. Ele tem as dele, eu tenho as minha, em separado. Claro que às vezes trocamos algumas e isso... acho eu mas não garanto. Afinal eu só as alimento, para tudo o resto elas são bastante independentes. Enfim, eu morava sozinha mas agora tenho uma casa cheia.
quinta-feira, junho 23, 2005
Divaguei!..
Conheço de cor a côr dos dias em que não estás. As sombras que me assombram o acordar quando pergunto ao vento se me pode trazer um bocadinho do teu cheiro a mar. A terra gira e nesse girar enterrou o que fomos quando decidiste ir embora e levaste contigo parte do que eu era. Como uma hera que se enrola às grades ou àrvores e que depois se tenta agarrar no vazio. Já nem tento, deixo-me ficar de barriga para cima a olhar as nuvens que passam, a ouvir o bater das ondas na areia. Se vejo um pôr-do-sol encontro o teu nome escrito nas àguas agitadas. Deixo-me ficar, há muito tempo que não tenho nada a perder. Consigo até sorrir nos dias iguais que ficaram da tua ausência. Deixo os dedos brincando com a areia, deixo-me ficar a preguiçar. Não tenho nada a perder, tirar-me tudo foi o melhor ganho que me deixaste.
Férias que são férias
não são para uma pessoa se levantar todos os dias as 7h da manhã. Aborreci-me. Estou de férias a partir de agora, vou-me aborrecer eu sei mas acabou-se lá aquilo que "voçês" sabem. Estou de férias. Férias. Férias a sério. Não aturo mais ninguém com pronúncia de professor. Mesmo que os possamos tratar por tu e pelo nome. O último até era bem giro mas já acabou o módulo dele portanto já nem um rabo bom serve de desculpa para me continuar a levantar às 7h. Fui, de férias, aborrecer-me de braços cruzados e de papo para o ar. Divirtam-se voçês com isso.
ps - se alguém souber o nr de tlm do formador referido é favor avisar-me. Acho que preciso de umas formações particulares noutras àreas.
ps - se alguém souber o nr de tlm do formador referido é favor avisar-me. Acho que preciso de umas formações particulares noutras àreas.
terça-feira, junho 21, 2005
Tenho 4 boas notícias.
A primeira é que passei a inglês sem ter que ir a exame.
A segunda é que passei a inglês e não foi com dez.
A terceira é que passei a inglês e não foi com onze.
A quarta é que passei a inglês com doze.
4 boas notícias num só dia, isto tá-me a correr bem!
A segunda é que passei a inglês e não foi com dez.
A terceira é que passei a inglês e não foi com onze.
A quarta é que passei a inglês com doze.
4 boas notícias num só dia, isto tá-me a correr bem!
Passear com o Nogui e com a Taparuere
é motivo para se ser descomposto pelas pessoas que passam na rua, principalmente velhas rabugentas com pequenas feras à trela.
Estava eu um dia a passear com o Nogui e com a Taparuere. O Nogui teve vontade e deitou cá para fora um cocó. Tudo normal até aqui. A Taparuere agarrou num saco de plástico, deitou mão à obra e nisto… o Nogui avista outro cão a atravessar a rua, a puxar a sua velha chata pela trela.
Velha chata: Óh Senhor, Óh Senhor, olhe que o cão está aqui.
Eu olhei para a senhora e sorri com cumplicidade. O Nogui estava mais uma vez a ser simpático, a cumprimentar um cão vizinho, se bem que se estava a portar mal, estava a ir para a estrada sem autorização, o óh Senhor poderia bem ser um alerta para isso…
Insiste a velha chata, desta vez em pânico: Óh Senhor, não me ouve? Afinal o que isto? Aiiiiiii! Os cães são para andar com trela!
Enquanto a velhota dizia isto e olhava para o Nogui como se fosse um tigre pronto a atacar, estava ele com o seu ar simpático, de rabo a abanar. Há gente mesmo parva.
Enquanto pensava porque raio haveria a velha rabugenta de me chatear logo a mim, eu que não tenho nenhum cão, olhei para a minha mão direita. Lá estava a trela, o símbolo da responsabilidade. Tinha de ser eu a ouvir das boas.
Não é justo, eu tinha a trela mas era a Taparuere que levava o saco com o presente do Nogui. Será que ninguém repara que é o dono quem apanha a caca do cão?
É normal haver pessoas com medo de cães. Não é normal ter-se cão e não se saber distinguir um cão mau de um cão simpático, a não ser que só se conheça cães maus.
Enfim, eu e a Taparuere olhamos um para o outro, ela com um sorriso tímido, eu com cara de miúdo de 5 anos com quem tinham injustamente ralhado. Chamámos o Nogui e seguimos. Voltei-me para trás e deitei um olhar à Velha que continuava a resmungar, get a life, nem os teus netos gostam de ti.
Estava eu um dia a passear com o Nogui e com a Taparuere. O Nogui teve vontade e deitou cá para fora um cocó. Tudo normal até aqui. A Taparuere agarrou num saco de plástico, deitou mão à obra e nisto… o Nogui avista outro cão a atravessar a rua, a puxar a sua velha chata pela trela.
Velha chata: Óh Senhor, Óh Senhor, olhe que o cão está aqui.
Eu olhei para a senhora e sorri com cumplicidade. O Nogui estava mais uma vez a ser simpático, a cumprimentar um cão vizinho, se bem que se estava a portar mal, estava a ir para a estrada sem autorização, o óh Senhor poderia bem ser um alerta para isso…
Insiste a velha chata, desta vez em pânico: Óh Senhor, não me ouve? Afinal o que isto? Aiiiiiii! Os cães são para andar com trela!
Enquanto a velhota dizia isto e olhava para o Nogui como se fosse um tigre pronto a atacar, estava ele com o seu ar simpático, de rabo a abanar. Há gente mesmo parva.
Enquanto pensava porque raio haveria a velha rabugenta de me chatear logo a mim, eu que não tenho nenhum cão, olhei para a minha mão direita. Lá estava a trela, o símbolo da responsabilidade. Tinha de ser eu a ouvir das boas.
Não é justo, eu tinha a trela mas era a Taparuere que levava o saco com o presente do Nogui. Será que ninguém repara que é o dono quem apanha a caca do cão?
É normal haver pessoas com medo de cães. Não é normal ter-se cão e não se saber distinguir um cão mau de um cão simpático, a não ser que só se conheça cães maus.
Enfim, eu e a Taparuere olhamos um para o outro, ela com um sorriso tímido, eu com cara de miúdo de 5 anos com quem tinham injustamente ralhado. Chamámos o Nogui e seguimos. Voltei-me para trás e deitei um olhar à Velha que continuava a resmungar, get a life, nem os teus netos gostam de ti.
segunda-feira, junho 20, 2005
"Roubei" uma ceninha de metal para pôr o tabaco. A verdade é que me apaixonei... não adoro americanices nem lá perto... mas gostei. Diz "Have a good time! Let's your drams comes true. Fashion. Believe in beauty. Sexy & Imdependent". 

Ainda por cima está muita velha... era de uma amiga minha. Bem, era e é, teoricamente está "emprestada a tempo indefinido". Ainda não percebi porque achei tanta graça a esta caixa. Nem sequer é um taparuere de plástico!


Ainda por cima está muita velha... era de uma amiga minha. Bem, era e é, teoricamente está "emprestada a tempo indefinido". Ainda não percebi porque achei tanta graça a esta caixa. Nem sequer é um taparuere de plástico!
O passeio desastrado
Eu sou por natureza uma pessoa distraída. Esta natureza agrava quando algum assunto (ou mais do que um) me entretém os pensamentos. É o descalabro, mando e-mails com anexos que ficam por anexar, vou contra postes, vidros, lixos, pessoas... tento entrar nas lojas pelas montras, esqueço-me do que tenho que fazer, das coisas que combinei, de levar as coisas mais essenciais... enfim, nada que o pessoal não se vá habituando. Mas isto sou eu. E também sou incrivelmente desastrada mas disso já não tenho culpa, é genético. A sério. O meu tio, irmão da minha mãe, é pior do que eu. Não há coisa onde ele meta a mão que não perca a graça, é ver os filhos dele receberem uma prenda, ele dizer "Mostra ao pai" e os gaiatinhos a fugirem com o brinquedo novo antes que fique irremediavelmente partido.
Ora bem, tudo isto foi só a introdução. O que vos quero contar é o meu passeio hoje com o cão. Como habitualmente o meu cão levou-me a passear. Desde que o tenho, hoje foi o meu dia mais distraído.
Andava eu a ser guiada por ele e a pensar nas minhas coisas quando embati numa cabine telefónica. O costume, não há azar. "Cão, podias-me ter avisado" reclamei. E ele nada, fingiu que não me ouviu. Uns metros mais à frente, pumba numa paragem de autocarro. "É pá... cão, a sério, dá lá as deixas..." E ele népias.
Agora vem a parte gira. Uns metros mais à frente o cão espetou-se numa montra. Juro. E ficou a olhar para mim com um ar indignadissimo. Ri-me, "cá se fazem, cá se pagam". Continuamos. O gajo ia a passar a estrada, chamei-o. Voltou para o passeio a olhar para tráz e pof! Foi contra um semáforo. Assustou-se, pregou um salto e bateu num poste de um sinal que estava ao lado. Eu comecei-me a rir larguete, encostei o cotovelo a um caixote do lixo, filho da p*t* do caixote tinha rodinhas em baixo, bazou do meu cotovelo e eu fiquei esparramada no chão. Tudo isto com assistência, estava um babado pai com seu filhote de 4 ou 5 aninhos a deliciar-se com a cena.
Rabo no chão, a saída é a gargalhada... lá saiu. Decidimos voltar para casa. Achei que para distraída e desastrada já chegava eu, não percebi a cena do cão hoje. Solidariedade estranha esta.
p.s. - juro que isto é inteiramente verídico.
Ora bem, tudo isto foi só a introdução. O que vos quero contar é o meu passeio hoje com o cão. Como habitualmente o meu cão levou-me a passear. Desde que o tenho, hoje foi o meu dia mais distraído.
Andava eu a ser guiada por ele e a pensar nas minhas coisas quando embati numa cabine telefónica. O costume, não há azar. "Cão, podias-me ter avisado" reclamei. E ele nada, fingiu que não me ouviu. Uns metros mais à frente, pumba numa paragem de autocarro. "É pá... cão, a sério, dá lá as deixas..." E ele népias.
Agora vem a parte gira. Uns metros mais à frente o cão espetou-se numa montra. Juro. E ficou a olhar para mim com um ar indignadissimo. Ri-me, "cá se fazem, cá se pagam". Continuamos. O gajo ia a passar a estrada, chamei-o. Voltou para o passeio a olhar para tráz e pof! Foi contra um semáforo. Assustou-se, pregou um salto e bateu num poste de um sinal que estava ao lado. Eu comecei-me a rir larguete, encostei o cotovelo a um caixote do lixo, filho da p*t* do caixote tinha rodinhas em baixo, bazou do meu cotovelo e eu fiquei esparramada no chão. Tudo isto com assistência, estava um babado pai com seu filhote de 4 ou 5 aninhos a deliciar-se com a cena.
Rabo no chão, a saída é a gargalhada... lá saiu. Decidimos voltar para casa. Achei que para distraída e desastrada já chegava eu, não percebi a cena do cão hoje. Solidariedade estranha esta.
p.s. - juro que isto é inteiramente verídico.
domingo, junho 19, 2005
À desgarrada (ou continuação dos picanços com a mamã)
Fim de Semana em casa (uma perspectiva, também há outra)
PARTE I
Primeiro o desejo, sim... mas antes de poder ir há que deixar a casa de Lisboa toda arrumadinha, sob o risco de levar uma descasca logo à chegada. Ele é roupa suja enfiada atabalhoadamente para a mala, roupa limpa empurrada desastradamente para o roupeiro, cama feita à pressa, coisas espalhadas enfiadas para um canto. Aspirar pêlos e pó, passar com a esfregona, lavar loiça e mais loiça e os taparueres que vieram comigo no passado fim de semana. Destes deixem-me destacar um enorme com praí 20 litros de caldo verde que me deu para comer caldo verde durante as duas semanas que cá fiquei. Uma correria.
Fechar janelas, trancar portas, desligar luzes, ver fogão. Levar as minhas coisas para baixo, levar as coisas do cão, sair atrasada.
A viagem, vontade de chegar mas obrigada a parar 3 vezes, o cão enjoa. Filas à saida, trânsitos, portagens. Tenho que arranjar via verde. Viagem interminável com tanta vontade de chegar.
Chegar por volta das dez da noite. Bolas. Cheguei finalmente, toco à campainha, o cão ladra alegremente, a mãe desce e faz trinta festas ao cão mas a mim ninguém me ajuda com as malas. Típico. Também, a malas são minhas, deixa ver se posso com elas todas de uma vez. Poder posso, não posso é ser abraçada com 20 malas ao colo!
Parte II
Mil coisas para fazer, ainda trabalhos da escola, muita gente para ver, não vou conseguir dar conta do recado. Começo mal chego, deito-me tarde. De manhã mãe a chatear, levanta, são horas de almoço. Levanto ensonada depois da noitada de trabalho de ontem, olhos ramelosos, passo pela mesa onde a papelada continua e penso no que ainda falta. Almoço, caldo verde. Gosto, mas depois de duas semanas é um bocado demais.
Os amigos querem combinar coisas, eu tenho que trabalhar. Chego à mesa os papéis impecavelmente empilhados. Desespero. Qual era a ordem disto? Estavam distribuídos segundo as coisas que estava a fazer, o já feito, o a seguir e o depois, três montinhos! Suspiro, recomeço.
Jantar, caldo verde. Sinto-me um grilo. Os amigos vieram dar uma ajuda para um trabalho, começamos as gravações. O trabalho é giro, eles divertem-se mas a coisa anda devagar. Tento não desesperar, estão-me a fazer um favor.
Deito tarde, acordo cedo. O cão quer xixi, ontem esqueci-me antes de deitar. Seis e dez, eu no quintal de camisa de noite, o cão a fazer xixi. Volta para a cama, calor insopurtável, o cãe escapa-se para o quarto dos pais, os dois ouvimos um grito.
Almoço de família, compras para levar, ainda trabalho para fazer. Levo o cão? Deixo o cão? Levo, ia morrer de saudades e no próximo fim de semana os pais vão passear.
Saio às 5h, não me apetece ir embora. Este fim-de-semana a mãe e eu nem brigámos muito. Dentro de 15 dias volto.
Adiós mi madre!
PARTE I
Primeiro o desejo, sim... mas antes de poder ir há que deixar a casa de Lisboa toda arrumadinha, sob o risco de levar uma descasca logo à chegada. Ele é roupa suja enfiada atabalhoadamente para a mala, roupa limpa empurrada desastradamente para o roupeiro, cama feita à pressa, coisas espalhadas enfiadas para um canto. Aspirar pêlos e pó, passar com a esfregona, lavar loiça e mais loiça e os taparueres que vieram comigo no passado fim de semana. Destes deixem-me destacar um enorme com praí 20 litros de caldo verde que me deu para comer caldo verde durante as duas semanas que cá fiquei. Uma correria.
Fechar janelas, trancar portas, desligar luzes, ver fogão. Levar as minhas coisas para baixo, levar as coisas do cão, sair atrasada.
A viagem, vontade de chegar mas obrigada a parar 3 vezes, o cão enjoa. Filas à saida, trânsitos, portagens. Tenho que arranjar via verde. Viagem interminável com tanta vontade de chegar.
Chegar por volta das dez da noite. Bolas. Cheguei finalmente, toco à campainha, o cão ladra alegremente, a mãe desce e faz trinta festas ao cão mas a mim ninguém me ajuda com as malas. Típico. Também, a malas são minhas, deixa ver se posso com elas todas de uma vez. Poder posso, não posso é ser abraçada com 20 malas ao colo!
Parte II
Mil coisas para fazer, ainda trabalhos da escola, muita gente para ver, não vou conseguir dar conta do recado. Começo mal chego, deito-me tarde. De manhã mãe a chatear, levanta, são horas de almoço. Levanto ensonada depois da noitada de trabalho de ontem, olhos ramelosos, passo pela mesa onde a papelada continua e penso no que ainda falta. Almoço, caldo verde. Gosto, mas depois de duas semanas é um bocado demais.
Os amigos querem combinar coisas, eu tenho que trabalhar. Chego à mesa os papéis impecavelmente empilhados. Desespero. Qual era a ordem disto? Estavam distribuídos segundo as coisas que estava a fazer, o já feito, o a seguir e o depois, três montinhos! Suspiro, recomeço.
Jantar, caldo verde. Sinto-me um grilo. Os amigos vieram dar uma ajuda para um trabalho, começamos as gravações. O trabalho é giro, eles divertem-se mas a coisa anda devagar. Tento não desesperar, estão-me a fazer um favor.
Deito tarde, acordo cedo. O cão quer xixi, ontem esqueci-me antes de deitar. Seis e dez, eu no quintal de camisa de noite, o cão a fazer xixi. Volta para a cama, calor insopurtável, o cãe escapa-se para o quarto dos pais, os dois ouvimos um grito.
Almoço de família, compras para levar, ainda trabalho para fazer. Levo o cão? Deixo o cão? Levo, ia morrer de saudades e no próximo fim de semana os pais vão passear.
Saio às 5h, não me apetece ir embora. Este fim-de-semana a mãe e eu nem brigámos muito. Dentro de 15 dias volto.
Adiós mi madre!
quinta-feira, junho 16, 2005
Fui fazer uma oral
porque agora quem vai a exame tem que ir a oral independentemente da nota. Bom, fui a oral e isso e, uma vez lá chegada tive que responder apenas a uma pergunta: "O que é que você quer quando for grande?" Ao que eu respondi "Rica, portanto jornalismo está fora de questão." "Fico então mais descansado, pode-se ir embora, se não vai mesmo ser jornalista está passada à cadeira.. Se quisesse é que ia ser mais complicado... mas pronto, assim fico mais descansado. Boas férias."
Poizé...
Poizé...
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(Silsmaria off, pena.)
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(Silsmaria off, pena.)
quarta-feira, junho 15, 2005
Expliquem-me aqui uma coisinha..
Ou seja, dêem-me uma achega com uma coisinha que me tá aqui a fazer espécie: A Constituição Europeia, se for vetada num qualquer país da Europa, chumba, certo? Ou seja, se um país da Europa votar "não" a Constituição vai pelo cano abaixo e tem q ser refeita, certo?
Ora... França e Inglaterra.. dois manda-chuvas... votaram não, certo? Pelo que eu percebi... também não tenho tado muito atenta, confesso. Mas ou votaram não ou vão quase de certeza votar não, certo?
Portanto... a Constituição vai ter que ser revista e isso, certo?
Então... qual é a cena de nos referendarem a mesma Constituição por revisão??
Ora... França e Inglaterra.. dois manda-chuvas... votaram não, certo? Pelo que eu percebi... também não tenho tado muito atenta, confesso. Mas ou votaram não ou vão quase de certeza votar não, certo?
Portanto... a Constituição vai ter que ser revista e isso, certo?
Então... qual é a cena de nos referendarem a mesma Constituição por revisão??
terça-feira, junho 14, 2005
domingo, junho 12, 2005
A MINHA MÃE TEM UM BLOG!!!
A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A minha mãe tem um blog!! A sério, a minha mãe tem mesmo um blog!!
Vá lá pessoal, quero as minhas visitas todas canalizadas para lá a ver se a minha querida mãe se entusiasma com isto. Como tem um blog mas não tem site meter, só saberá da vossa presença por comments, bute lá pessoal, toda a gente a dar apoio à minha mãmã! E olha a palminha truz-truz também!!!
www.marialaportuguesa.blogspot.com
Vá lá pessoal, quero as minhas visitas todas canalizadas para lá a ver se a minha querida mãe se entusiasma com isto. Como tem um blog mas não tem site meter, só saberá da vossa presença por comments, bute lá pessoal, toda a gente a dar apoio à minha mãmã! E olha a palminha truz-truz também!!!
www.marialaportuguesa.blogspot.com
tou chateada, pois claro que tou chateada!!!
Temos problemas no mundo da FLI. Pois claro que temos problemas. A noite de ontem passei-a eu a olhar para as estrelas e a duvidar da minha capacidade de julgamento. À partida já sei que esta não funciona muito bem, mas há alturas na vida de uma pessoa que temos que nos agarrar a alguma coisa! Estive a pensar que deveria pedir desculpas a algumas pessoas (vocês não fazem a minima ideia quem são pois eu já reparei que a maior parte das vezes que peço desculpa por alguma coisa as pessoas nunca sabem muito bem porque peço, afinal não era preciso; e pelo contrário quando não peço, deveria pedir...coisas da vida), também estive a pensar que deveria começar a desistir do yoga, já que tal desporto não deve ter sido feito para pessoas que tentam levar reflexões até ao fim, ou seja, surge uma dúvida: não se pode perguntar nada pois vai-se acabar por perturbar os outros coleguitas que até já estão a fazer uma bekita de impressão pois já faz algum tempo que estão um bocado apáticos. E vocês livrem-se de comentar tal facto, afinal o grande problema desta nossa sociedade, a apatia, não é um problema no yoga, até é algo necessário. Deus, onde fui eu me enfiar??!!!
Outro dos meus problemas está directamente ligado com o facto de ter voltado para os montes. Os meus amigos, esquecidos ou momentaneamente deixados de lado devido às mais variadas circunstancias agora exigem a minha presença em tudo o que é eventos sem importância. Alguns dos pesadelos pelos quais tive de passar desde que cheguei foram: saraus (sim, aquelas exibições magnificas de ginástica artística que não terminam nunca), concursos de danças de salão, o que até teria alguma piada se não fosse com crianças de 3anos e aquilo me parecer um bocadinho exploração infantil, futbol salão com idosos (nem imaginam a animação que é ver um senhor com 74anos a correr um campo de futbol a 10km/hr. Entre outros...
E agora os santos! Como decidir com quem ir, já que todos querem partilhar quality time comigo (o que eu agradeço profundamente, tenho amigos fenomenais), ainda por cima há que ter em conta os grupinhos...não parece tão complicado quanto isso, mas a verdade é que não quero desiludir ninguém! Amigos eu só quero um manjerico ;)
ps:sim, mais um post que não diz nada de relevante hehehe
ps2:o que é verdade é que vos adoro a todos ;P
sábado, junho 11, 2005
As pessoas tem a mania,
ou em lisboeta, "as pessoas têm na mania", de dizer que os cães são um bocado broncos. E isto porquê: porque o pessoal atira a bola trinta vezes e eles vão-na buscar trinta vezes. A questão não é que os cães sejam um bocado broncos. Ora reparem, a gente compra bolas, certo? Gasta dinheiro com a p*t* da bola, temos uma bola, damos a bola ao cão, o cão fica contente porque tem um brinquedo e depois pronto, vai de nós aventar (mesmo à alentejana, sim senhora) a bola fora! Não se faz!! È que os cães devem pensar qualquer coisa do tipo "Este gajo\a comprou a treta da bola e agora anda a atirá-la assim ao Deus dará, se eu me descuido volta pa casa sem bola!!" E têm o seu quê de razão. Pra todos os efeitos, os broncos aqui somos nós, a querer ficar sem a bola depois de a termos pago!!!
quinta-feira, junho 09, 2005
+ 1 de Portugal no seu melhor
E porque:
- a “dona” deste blog é alentejana
- se tem falado de portugueses
- quando foi criado o “Taparueres” era um blog (supostamente...) de cariz nacionalista
- faz sempre bem rir um pouco
...aqui fica uma bela ementa bem ao jeito português, elaborado por pessoas que dominam essa bela língua, de tão difícil aprendizagem, que é o “Estrangeiro”!
Para os que já conhecem, nada melhor que relembrar... Para quem é a 1ª vez, recomenda-se vivamente! Que é como quem diz, it is de lifely recommendation!
- a “dona” deste blog é alentejana
- se tem falado de portugueses
- quando foi criado o “Taparueres” era um blog (supostamente...) de cariz nacionalista
- faz sempre bem rir um pouco
...aqui fica uma bela ementa bem ao jeito português, elaborado por pessoas que dominam essa bela língua, de tão difícil aprendizagem, que é o “Estrangeiro”!
Para os que já conhecem, nada melhor que relembrar... Para quem é a 1ª vez, recomenda-se vivamente! Que é como quem diz, it is de lifely recommendation!
Visto de uma nova perspectiva
pelo menos para mim, poderia dizer que o povo português é um povo de ladrões. Primeiro era-mos um pequenininho condado que um puto mimado fez questão de alargar depois de ter metido a sua querida mãe aprisionada numa qualquer torre, com humidades, correntes de vento e sabe-se lá que mais. Depois esse menino mimado veio por ali abaixo roubando terras aos mouros a torto e a direito. Passou-se algum tempo e tal, vieram os descobrimentos. Lá fomos nós de caravelas a ver o que é que podiamos pilhar de onde. Índias, Brasiis e Áfricas, rouba daqui, tira dali, quando não houver diamantes nem as especiarias derem tanto dinheiro, roubam-se pessoas também. Finalmente a cena da CEE, bute lá usurpar dinheiro que não é nosso.
No entrentanto o resto do mundo ficou a conhecer-nos e agora os gajos da Europa já não nos deixam fazer farinha às boas. Claro, não havendo mais quem explorar nem a quem roubar, tamos em crise.
No entrentanto o resto do mundo ficou a conhecer-nos e agora os gajos da Europa já não nos deixam fazer farinha às boas. Claro, não havendo mais quem explorar nem a quem roubar, tamos em crise.
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