Uma loja de taparueres mas com toda a espécie de coisas incluídas. Na pratica, a importação das lojas dos chineses para o mundo virtual. E garanto, em qualquer loja dos chineses é possivel encontrar DE TUDO! | ||
Já fomos, já deixamos de ser, talvez estejamos de volta. Poderá ser o regresso do mito. O mito que nunca o foi.
segunda-feira, setembro 12, 2005
o que somos
sexta-feira, setembro 02, 2005
Saga dos puns, parte II
quinta-feira, setembro 01, 2005
Já são 3h30?
1001 razões para nos dedicar à agricultura:
Ele: Não sabes? A beterraba rende imenso, é uma das produções que rende mais em portugal!
Ela: Talvez, mas eu sempre pensei que a fruta é que estava a dar.
Ele: Não, nada disso! A vinha, experimenta plantar vinhas, vais ganhar uma "batulada" de dinheiro.
Ela:Epá, mas isso vai demorar imenso, preciso de conseguir um investimento que me renda algum dinheiro muito em breve.
Ele: Hum, já experimentaste vender droga?
Ela: hum hum...
Ele:Contrabando? Vender telemóveis?
Ela: hum hum
Ele: Chula?
Ela: hum...talvez resultasse...
Ele: Experimenta rapazinhos novos.
Ela: Isso ia dar algum tempo na prisão não achas?
Ele: Experimenta vender lápis de cera na feira.
Ela: Desculpa?
Ele: Resultou com a minha irmã.
Passado duas horas... E depois de 7 cervejas:
Ele: Não sabes? A beterraba rende imenso, é uma das produções que rende mais em portugal!
Ela: Talvez mas eu sempre pensei que a fruta é que tava a dar...
São tão boas as férias de verão, ah essas tardes.... ;)
dois apontamentos para o hoje:
Segundo: Desconfio que as almofadas cervicais são o maior engano do século XXI.
Tenho dito.
terça-feira, agosto 30, 2005
Pergunta do dia:
É porque eu não me lembro de ter provado a minha antes de ter ficado com ela. Bolas. "Provador de vidas - É proibido levar mais do que 3 vidas de cada vez para o provador".
segunda-feira, agosto 29, 2005
Este é o meu novo vício
sexta-feira, agosto 26, 2005
Segunda tentativa:
Olhava em frente, fixa num qualquer ponto indeterminado. Cliché, não, não é isto que quero. Mas é mais facil assim, esperem só um bocadinho.
(respiro fundo)
A cabeça inclinada sobre um guardanapo de papel onde escrevia fervorosamente. (Fervorosamente... existe? É assim? Palavra feia). A imperial à sua frente ia morrendo, lentamente. A caneta seguia o seu caminho, determinada (gosto!) num papel demasiado fininho para o fervor. Fininho e pequeno, acabou-se. Dobrou-o em quatro depois de ter posto a tampa na caneta e meteu-o no bolso. Agarrou a imperial mas não lhe sentiu o fresco e olhou longamente em volta. A esplanada cheia, entardeceres de verão. (Está a melhorar, mas agora estou a fugir do assunto que me interessa. argh.)
As pessoas em seu redor, estava demasiado longe das suas gentes para ter ali alguém conhecido. E no entanto os rostos não lhe eram estranhos, as vestes, os estilos. Os gestos. As pessoas, na procura da unicidade individual (sim, gosto de redundâncias) será que nos damos conta de que somos mesmo todos iguais? Quer dizer, uma esplanada num entardecer de verão tem rostos parecidos em vestes iguais com gestos repetidos. (Ok, não era por aqui que eu queria ir, não era nada disto que eu queria dizer. Ainda se dá a volta, esperem lá).
De facto as pessoas agarram-se às convicções que criam e mais nada. O papel ficou guardado, duas frases que ressoam: "Em matéria religiosa, não acredita quem quer, acredita quem pode"; "Cria uma reputação confortável e mantém-te nela".
Há coisas que fazem tanto sentido que de repente não fazem sentido nenhum. São daquelas coisas que se acredita mas de que se duvida. Por vontade de duvidar, por necessidade de acreditar.
Pede a conta e paga, a mala ao ombro e a chave do carro na mão. É hora de mudar de poiso, mudar de esplanada. Para outra qualquer igual a esta.
(Não era bem isto não... paciência!)
quarta-feira, agosto 24, 2005
ola ola
bom, assim que acertar contas com ele lembrem-me de vos falar de: gambozinos, algarve, retretes, puns (nova saga) e era mais outra coisa que agora num ma lembra.
vou ali à porta do lado, volto quando tiver a quesília resolvida (ou resolta??? hum...)
terça-feira, agosto 16, 2005
Está alguém desse lado do Taparuere?
Mas será que foi tudo férias??!!Nem a organizadora dessas belas matinés com direito a cházinho e conversas de bebés e maridos enquanto se vendem e compram caixinhas de plástico estrangeiradas diz nada?
Ok, talvez porque a descrição não se adapte à nossa Taparuere, que a esta hora deve andar a banhos lá pelos Algarves acompanhada dos amigos do costume:
Deixem-se lá de figuras tristes em frente ao computador, que ainda alguém vos vê assim!!
Uma pessoa já não pode brincar!! O que nós queremos mesmo são comentários, por isso toca a contar como estão a correr essas férias!
quarta-feira, agosto 03, 2005
Ah e tal...odeio o mês de Agosto lol
Quem somos.
"Ainda agora puseste gasolina e já 'tá outra vez na reserva!"
"Pois tá, mas agora tá menos na reserva do que o que tava à bocado".
Toca uma música, mistura de sons clássicos com rock. "Gosto deste tipo de música, esta misturada que não se sabe bem definir".
Passamos por um placard na estrada, anúncio a qualquer coisa... "Adapta-te a ti mesmo".
É isto que somos minha gente, remediados à tangente, misturas por definir, únicos massificadamente ou uma massa unificada.
segunda-feira, agosto 01, 2005
Filosofia ou teoria dos puns.
As bufas, porque são dadas à traição, não nos interessam para o caso. O expelidor desta ventosidade pode passar facilmente incólume. Assim, sem assumir as suas consequências, este acto não tem a dignidade dos sonoros puns. São estes os que nos interessam.
Tenho cá para mim uma teoria definida de que, quando há amizade real e forte entre duas pessoas, esta amizade é demostrada através dos puns. Ninguém dá puns sonoros ao pé de quem não conhece bem, ao pé de quem não confia ou ao pé de quem não gosta. Mas suponho que há muita gente que, à minha semelhança, se está com um grupo de amigos chegados e lá aparece aquela vontade, avisa "pessoal, ai vem a minha demonstração de carinho e amizade!" Puufff.
A sério, acredito que para os mais sensíveis e nojentinhos isto possa soar um bocadinho estranho... Mas pensem um pouco sobre o assunto. O sítio oficialmente definido para expelir as ventosidades anais é a casa-de-banho. Tudo bem, ninguém diz que não. Mas... e as casas de banho públicas? Quem, de perfeito juízo e perfeitas condições musculares anais, tem àvontade suficiente para expelir uma ventosidade sonora numa casa de banho pública sabendo que há gente desconhecida no mesmo espaço e que estas casas de banho não são de todo isolantes de som? Pois é. Mas está-se no sítio certo. Mas tem-se gente desconhecida à volta que rapidamente se dá conta do sucedido.
Assim, os puns são algo que só se partilha com as pessoas com quem mais temos confiança. Acima de tudo é uma questão de confiança. De cumplicidade mútua. Da próxima vez que alguém der um pum ao pé de vocês, alegrem-se porque a partir desse dia está provada a vossa intimidade, confiança, amizade e verdadeiro carinho. E as duas partes sabem-no.
sábado, julho 30, 2005
Baboseiras ou demasiado tempo livre para pensar em coisas estranhas.
Ora pois, a minha convicção, aquela ali de cima, da primeira frase e que por grandes artes de suspense e mistério ficou em stand-by graças à magnifitude da minha escrita (*cof cof*), a minha convicção, dizia eu, é que há um pequeno pormenor que nos transformou em capitalistas, a nós humanidade. E esse pormenor, just a detail, é o facto de o mar ser salgado. Se o mar fosse "ensonso", isto é, se toda a água do mundo não tivesse sal, haveria um mundo próspero, rico e fértil para todos os seres vivos. Dessalinizar a água é um processo que sai caro e, se não fosse isso, todas as terras poderiam ser mais ou menos férteis, claro está, variando as culturas nelas implementadas, mas não haveria fome no mundo.
Esta é uma daquelas convicções a que se chega numa noite de bebedeira e tal. Ora, noutra noite de bebedeira e tal foi engraçado. Ora note-se, toda a gente sabe que a camada de Ozono está a ser destruída, o clima está a mudar a pouco e pouco e essas coisas todas. "Aquecimento global" é a expressão de ordem. Grandes blocos de gelo a derreter e a aumentar o nível de águas dos oceanos. Há primeira vista isto é devastador e essas coisas todas... E talvez se venha mesmo a dar um desastre climatérico enorme, algum tempo com monstruosas tempestades, gelo por todo o lado, o mundo transfigurado numa segunda era do gelo. Como quando os dinossauros se extinguiram.
Agora imaginem que, o gelo derrete mesmo, junta-se com a água salgada e a salinização existente reduz-se drásticamente. Ficava o pormenor resolvido...
Quando se deu a revolução industrial foi a primeira vez na história da humanidade que teria sido possível acabar com a fome no mundo, conseguir um equilíbrio em todas as civilizações. O que aí vem pode muito bem ser a nossa segunda hipótese de conseguir um mundo perfeito. Ou pelo menos mais perfeito.
Claro que, um desastre natural destas dimensões acarrataria centenas de milhares de mortos... Mas haveria um renascer posterior onde isto poderia ser possível. Não sei, para os religiosos, talvez uma segunda arca de Noé aportando a hipótese de um paraíso no mundo.
quarta-feira, julho 27, 2005
Apelo de participação:
O assunto é este: Numa entrevista, como deve ser feita a passagem para o papel? É suposto transcrever as coisas como foram ditas, ou posso "compôr" a mensagem?
No caso de o entrevistado entrar em incoerências, dizer coisas politicamente incorrectas ou que poderiam causar polémica, é suposto o jornalista "aligeirar" a coisa? E quando ele responde uma coisa numa pergunta e depois está a responder outra coisa mais ou menos parecida mas que não é a mesma coisa, é suposto o jornalista manter o que acha que ele quer dizer ou mostrar a incoêrencia?
Se um entrevistado tem dificuldades expressivas, deve o jornalista fazer passar a mensagem como o entrevistado quer ou manter-se fiel ao que foi dito? Ou seja, o jornalista deve escrever o que o entrevistado quer dizer ou o que ele disse?
Ou seja, imagine-se que alguém compra assim uma coisa grande numa terra pequena, grita aos quatro ventos que vai investir aí e tal, que aquilo é bom para dinamizar a terra pequena e isso tudo e, às tantas, diz que em termos de obras de recuperação vai "fazer o mínimo possível até porque é suposto o imóvel adquirido manter o cariz original". A frase é deste tipo, deve o jornalista transcrevê-la exactamente assim ou passar para o papel que "as obras de recuperação vão tentar manter o cariz original"? Note-se que a cena do "minimo possivel" ainda faz alguma diferença... este é só um exemplo prático. Comentem, discutam, divaguem... acendam-me algumas luzes!
Há dias assim!..
Bom, tou "workando", trying... (xkulpe lá chefinha!) e vou continuar. O que vale é que, pelos vistos isto aqui é geral... e o big boss estar de férias! ;)
segunda-feira, julho 25, 2005
Continuação dos posts sérios
A discussão do post anterior a este foi feito via msn com dois amigos. Primeiro começou sério, depois claro, descambou para os lados sexuais da coisa, desta e de outras. Não, este post vai reflectir sobre o lado sério e não sobre o lado sexual, ainda que isso me custe perder uns quantos leitores.
Motivos. Ah, os motivos. Económicos, petrolíferos (que é exactamente a mesma coisa neste campo), anti-colonialismo. Religiosos. Os palpites são vários. Desconfio (e esta é a vossa deixa prezados leitores, confirmem-me ou desmintam-me) que a maior parte das pessoas pouco hesita antes de apontar o factor económico como o mais pesado.
Até pode ser, quem sou eu para dizer que não? Afinal não faço parte não estou mais inteirada do que os comuns mortais normais, europeus a quem o fanatismo pouco diz a menos que se trate de futebol. Mas mesmo assim, não consigo concordar plenamente. Não me parece muito coerente que o senhor Bin Laden, filho até de boas famílias lá no meio segundo li agures, com estudos e com inteligência (esta última duvido que alguém negue) ande por aí a dormir em grutas, refugiado com os animais, fugido do conforto do mundo "civilizado" ou "mais ou menos civilizado" no caso da sociedade dele, por guito. Não me parece. Seria-lhe muito mais fácil ir para os EUA e tornar-se estratega militar. Futuro garantido, digo eu.
Acho, desconfio, suspeito é que, pelas diferenças culturais que nos são naturalmente impostas, o europeu burguês de classe média com dois ou três televisores por casa e aspirando ao porche, não consegue conceber que há coisas que não se fazem por dinheiro. Só isso. Acho que para nós é muito mais fácil e confortável imaginá-lo "igual a nós". Mais fácil e natural, já que tendemos a analisar tudo segundo o que somos e onde vivemos. Confortável porque é menos assustador pensar nele como mais um ganancioso do que como fanático religioso. Á primeira vista a falta de escrúpulos será igual, mas só à primeira vista do observador desatento. È que no fanatismo religioso há escrúpulos sim. Só que são de matar mais, ter mais impacto, etc etc etc. Enquanto que o ganancioso fica feliz quando consegue bué da guito, o fanático religioso é mais ambicioso. E o primeiro tem medos, tem medo de perder o que já conseguiu. O segundo nada teme. Nada mesmo.
Enfim, é só uma opinião que "vale o que vale". (Já disse que amo esta expressão? É, amo mesmo).
domingo, julho 24, 2005
Um post sério.
Os resultados praticos disto tudo, além da óbvia condenação moral... não sei mas desconfio que ainda vão mudar os valores católicos, base da sociedade que atacam em geral. Porquê? Porque a Europa e a América não se vão render moralmente, está visto. Há uns mortos, há protestos silenciosos, a vida continua porque "não nos podemos deixar atemorizar". E a pouco e pouco, quem sabe, talvez toda a nossa civilização deixe de pensar tanto no amanhã, desconfiando da ameaça que paira sobre todas as cabeças e aprenda a viver assim. Dando valor ao hoje e ao agora, despreendendo-se mais dos planos e afins.
Pode ser, e é sem dúvida, horrível, dramático e essas coisas todas mas é também "interessante" do ponto de vista histórico e sociológico. Afinal a História faz-se todos os dias.
sábado, julho 23, 2005
Reflexões sob um ar condicionado
Ora bem, ar condicionados à parte (céus, tanta coisa só por causa dum título! É por estas e por outras que eu não gosto deles.) vamos lá entrar nas questões existencialistas: Ontem fui ao teatro. Ver? "Confissões de mulheres de 30". Se a peça é boa ou má convido todo o caro leitor a ir vê-la e a decidir sozinho, também não é sobre a peça em si que este post se destina.
Ora reparem, a peça falava de uma suposta "crise dos 3o", a idade do "agora ou nunca", as coisas que se passam, a última oportunidade para decidir o caminho que se quer seguir. Porque "se aos 20 achamos que a vida é uma boleia, aos 30 percebemos que temos que traçar o nosso caminho definitivo". Não tenho a certeza se a frase era exactamente assim mas era do género.
Ora bem, ora bem. A infância é gira e tal, é divertida, é engraçada. Tudo bem, a infância. Mas a infância não nos dá lá muita autonomia nem hipótese de racíocionio, enfim. A infância é engraçada mas não é a idade das certezas, conhecimento nem da realização. Depois vêm a adolescência. Céus, a idade do armário, as crises, as emoções, os 50 mil livros de ajuda aos pais para ajudarem os filhotes a passar essa dificil fase de borbulhas no rosto. Depois vem a idade dos 20, aquela em que já queremos ter toda a autonomia do mundo mas só temos alguma. A idade de arranjar trabalho e não conseguir. A idade de se ser explorado e mal tratado a nível profissional, o estagiário que anda a servir cafés e a bajular os pés do chefe. Depois vem a idade dos 30, a idade do "agora ou nunca", a idade do peso da escolha definitiva. Depois é a crise da meia-idade, a menopausa, uma tentativa ridicula de se viver as outras idades desprezadas na altura. Depois vem a velhice e tudo o que trás também.
Basicamente a nossa sociedade e a sua psicologia barata andam por aí em busca de arranjar problemas e dificuldades em todas as épocas, pessoas, estratos socias, culturas e por aí fora. Acho que a nossa sociedade anda a sofrer de uma qualquer psicose vitimizadora ou qualquer coisa do género. E acho engraçado porque em todo o lado a rapidez urge, o momento é o agora, a instantaneidade das coisas, os milagres em 5 minutos. Mas "agora" nunca se está bem.
quinta-feira, julho 21, 2005
Um conto de dormir para a Maguiga:
Imagino o Robin dos Bosques a trabalhar onde eu “trabalho”. Imagino-o com um saco cheio de dinheiro, tentando ajudar e corrigir, tentando servir o seu próximo procurando o seu bem. Imagino o Robin dos Bosques em Évora, calcorreando ruas para cima e para baixo nessa distribuição altruísta do Bem.
Robin, entrando numa loja – Boa Tarde, vim para vos salvar o negócio!
Empregada da Loja 1 – Pois… estou a ver.. o patrão não está e esses assuntos são com ele. Se calhar ele ainda cá vem à tarde. Tente passar por cá por volta das 19h00.
R – Está bem, volto cá por volta dessa hora.
Robin, entrando noutra loja – Boa Tarde, vim para vos salvar o negócio!
Empregada da Loja 2 – Pois… o patrão é que trata desses assuntos mas não está… e não deve vir hoje, porque ele não está na cidade.
Robin, entrando em outra loja – Boa Tarde! Vim para vos salvar o negócio!
Empregada da Loja 3 – Só um momento, vou chamar o patrão.
Patrão da Loja 3 – Diga?
R – Vim para vos salvar o negócio!
Patrão – Salvar o negócio? Com a crise que por aqui vai? Nááá…
R – Tomai gentil senhor este saco de dinheiro…
Patrão – Oh filho, tu deves tar parvo. Não vês que isto tá tudo mal?
R – Mas eis aqui a solução!
Patrão – Oh filho… tamos em crise, não quero solução nenhuma. Isto anda mal e a culpa é dos gajos do governo, não vês que anda tudo mal? E a gente não tem nada a ver com isso.
R – Mas está aqui a solução!
Patrão – Já te disse que não, tamos em crise!
Robin, saindo atarantado. Entrando em outra loja e em mais outra e noutra e noutra. Robin recebendo sucessivos “nãos” dos patrões que estavam recebendo avisos de que “o patrão não está, não sabemos se vem, ele às vezes até aparece aí à tarde ou ao fim da tarde mas não sabemos se vem”.
Robin pensando “pois pois, belo país, e depois querem abébias”. Robin desistindo do seu plano e tentativa de salvar o mundo.
Robin, não desistas.


