Histeria total na perspectiva do fim-de-semana que se avizinha. Sim, sim, eu sei que ainda hoje é segunda-feira mas é que há programas tão bons, tão bons, tão bons, que do bons que são nos deixam assim: a contar as horas, os minutos, os segundos que faltam até passar uma semana quase inteira.
O programa cujo vislumbre de viabilidade faz tremer o meu ser em pura excitação? TRECOS!!
Mais do que isso: o reencontro. Ah, todas as bazófias ditas à boca do trombone, todos os jogos jogados em que se tentaram apurar vencedores, vencidos, heróis, reis e rainhas deste jogo de intelecto. Agora, nesta nova fase em que não nos defrontamos todos os dias, cada jogo de trecos surge como o último, o derradeiro, o grande apurador de todos os superlativos imputados a uma e só uma pessoa (ou equipa, ok, duas pessoas).
Sempre ouvi dizer que ah e tal, aproveita bem o tempo de estudante que depois sentes falta dele. Não sinto muito. Não sinto falta das aulas. Não sinto falta dos testes. Não sinto falta do bar da ucp, nem dos profes, nem dos coleguinhas que perfaziam a minha turma. Não sinto falta dos jantares de turma, não sinto falta das galas das univ's. Sinto falta dos trecos.
Merda. A minha vida universitária resume-se aos trecos. Enfim, são as coisas que marcam. Em calos.
Já fomos, já deixamos de ser, talvez estejamos de volta. Poderá ser o regresso do mito. O mito que nunca o foi.
segunda-feira, outubro 23, 2006
segunda-feira, outubro 16, 2006
Eles levantam-se contentes e de dedo espetado, sabedores da vida e da experiência, autênticos D. Sebastiões salvadores com os bolsos cheios de dinheiro.
Nós vemos e apontamos, dizemos que é disto e daquilo e do outro e de mais não sei o quê e nunca nos preocupamos em ir averiguar a verdade.
Eles exigem e prometem, nós dizemos que sim e ouvimos e vemos, se faz é porque ficou mal feito, se não faz, menos trabalho, não fez mesmo.
Eles não sabem que pertecem a eles. Sabem que deixaram de ser nós mas acham todos que são diferentes dos outros eles e nós, nós pra nós sabemos que eles são todos iguais e nunca nos preocupamos em saber se nós somos diferentes.
Nós se fossemos eles éramos eles mesmo. E eles, se fossem nós, será que também eram mesmo nós? É que sim, eles são um bocadinho mais do que nós porque já foram nós mas passaram a ser eles por vontade própria. Nós nunca deixamos de ser nós (pelo menos ainda!) e continuamos exactamente com a postura do nós que os critica.
E agora?
(pa kem n percebeu nada vá a www.meu-mundo-cor-de-rosa.blogspot.com e leia os comentários do último post q eu escrevi e se mesmo assim não perceber... bem, então que vá comer palha!)
Nós vemos e apontamos, dizemos que é disto e daquilo e do outro e de mais não sei o quê e nunca nos preocupamos em ir averiguar a verdade.
Eles exigem e prometem, nós dizemos que sim e ouvimos e vemos, se faz é porque ficou mal feito, se não faz, menos trabalho, não fez mesmo.
Eles não sabem que pertecem a eles. Sabem que deixaram de ser nós mas acham todos que são diferentes dos outros eles e nós, nós pra nós sabemos que eles são todos iguais e nunca nos preocupamos em saber se nós somos diferentes.
Nós se fossemos eles éramos eles mesmo. E eles, se fossem nós, será que também eram mesmo nós? É que sim, eles são um bocadinho mais do que nós porque já foram nós mas passaram a ser eles por vontade própria. Nós nunca deixamos de ser nós (pelo menos ainda!) e continuamos exactamente com a postura do nós que os critica.
E agora?
(pa kem n percebeu nada vá a www.meu-mundo-cor-de-rosa.blogspot.com e leia os comentários do último post q eu escrevi e se mesmo assim não perceber... bem, então que vá comer palha!)
terça-feira, outubro 03, 2006
A saga do pêlo varrido
Sempre nos disseram que o tempo tudo cura – mas nunca nos dizem quanto tempo é. Já lá vai mais do que o tempo que achei que ia ser suficiente mas continua a doer-me na alma olhar para um qualquer feixe de luz que espreita incauto pelas frisas da persiana e não vislumbrar um ou dois pêlos amarelo-reluzente a boiar no ar agitado por uma cauda-chicote.
O dia decisivo: “toma lá 2 pares de calças, um livro e dá cá o cão. Agora trabalhas e não tens tempo para ele”. E não tinha, e não tenho, e fiquei lida e vestida, escrava capitalista cavando com as mãos o meu lugar ao sol e sem cão. Agora sinto-lhe a falta no pêlo – sinto-lhe até a falta do pêlo e os dias passam cinzentos apenas mais animados pela voz meiguinha da minha paulinha – Gabriela Paulinha dos Santos (GPS) que me vai dizendo em doce tom autoritário “vire à esquerda” “Vire à direita” enquanto eu lhe desabafo minhas mágoas e dores. Ela ouve e comenta “Na rotunda siga em frente, segunda saída” e eu sei que neste tom de quem manda está o segredo da vida que continua. A minha Paulinha tem razão, para a frente é que é caminho mas é ao lado (a 200km para o lado!) que o meu cão saltita e pulula alegre e feliz, perseguindo ovelhas e galinhas enquanto os meus dias continuam sem alergias nem pêlos no chão da casa.
Um dia destes vou-te buscar de volta – assim que tiver tempo de novo!
O dia decisivo: “toma lá 2 pares de calças, um livro e dá cá o cão. Agora trabalhas e não tens tempo para ele”. E não tinha, e não tenho, e fiquei lida e vestida, escrava capitalista cavando com as mãos o meu lugar ao sol e sem cão. Agora sinto-lhe a falta no pêlo – sinto-lhe até a falta do pêlo e os dias passam cinzentos apenas mais animados pela voz meiguinha da minha paulinha – Gabriela Paulinha dos Santos (GPS) que me vai dizendo em doce tom autoritário “vire à esquerda” “Vire à direita” enquanto eu lhe desabafo minhas mágoas e dores. Ela ouve e comenta “Na rotunda siga em frente, segunda saída” e eu sei que neste tom de quem manda está o segredo da vida que continua. A minha Paulinha tem razão, para a frente é que é caminho mas é ao lado (a 200km para o lado!) que o meu cão saltita e pulula alegre e feliz, perseguindo ovelhas e galinhas enquanto os meus dias continuam sem alergias nem pêlos no chão da casa.
Um dia destes vou-te buscar de volta – assim que tiver tempo de novo!
segunda-feira, setembro 25, 2006
S. Mateus 2006
Mais um fim-de-semana repleto de aprendizagens, vivências, choros e alegrias, cânticos afinados entoados em plena rouquidão.
Deste ano fica:
- uma lona marca land-rover para a eternidade abandonada no meu quintal, trazida pelos dentes aguçados de um rafeiro abandonado.
- a falta de bonés gentilmente oferecidos por marroquinos ensonados
- o hélio, esse grande amigo novo que nos vai acompanhar num futuro mais ou menos longíquo, mas certos de que voltará a ter um papel importante nas nossas vidas
- os noivados que não sã0 namoros e em que uma mão dada é mais preciosa do que um belo melo ou mesmo uma noite de sexo selvagem
- os carroceis novos que até são engraçadinhos mas não tão reguilas como pareciam
- os trecos, que quando não tem um treino fixo, consistente e coerente, nos atraiçoam
- as dores musculares nas pernas das correrias por causa do frio
- as dores musculares nos abdominais que, à falta de outro motivo aparente, devem ser dos ataques de riso,
- e mais coisas que agora não me lembro
A todos os que foram o meu muito obrigado pela companhia, pela alegria, pelas noites e pelos dias, pelas vitórias e pelas derrotas (trecos outra vez!!) e essas coisas todas que vocês já sabeis.
Á minha mãe, excelência na arte de bem receber, muito agradecida por mais um ano com a casa cheia!
Deste ano fica:
- uma lona marca land-rover para a eternidade abandonada no meu quintal, trazida pelos dentes aguçados de um rafeiro abandonado.
- a falta de bonés gentilmente oferecidos por marroquinos ensonados
- o hélio, esse grande amigo novo que nos vai acompanhar num futuro mais ou menos longíquo, mas certos de que voltará a ter um papel importante nas nossas vidas
- os noivados que não sã0 namoros e em que uma mão dada é mais preciosa do que um belo melo ou mesmo uma noite de sexo selvagem
- os carroceis novos que até são engraçadinhos mas não tão reguilas como pareciam
- os trecos, que quando não tem um treino fixo, consistente e coerente, nos atraiçoam
- as dores musculares nas pernas das correrias por causa do frio
- as dores musculares nos abdominais que, à falta de outro motivo aparente, devem ser dos ataques de riso,
- e mais coisas que agora não me lembro
A todos os que foram o meu muito obrigado pela companhia, pela alegria, pelas noites e pelos dias, pelas vitórias e pelas derrotas (trecos outra vez!!) e essas coisas todas que vocês já sabeis.
Á minha mãe, excelência na arte de bem receber, muito agradecida por mais um ano com a casa cheia!
quinta-feira, setembro 21, 2006
é oficial!
2005/2006
2º Semestre
138320010
Estágio de Licenciatura
14
Aprovado
Normal
XOU DÔTÔRA!!!!! JÁ XOU CRESCIDA!! JÁ XOU BUÉ DA GANDE!! ÓH PA MIM TÃO ENORME!!!
2º Semestre
138320010
Estágio de Licenciatura
14
Aprovado
Normal
XOU DÔTÔRA!!!!! JÁ XOU CRESCIDA!! JÁ XOU BUÉ DA GANDE!! ÓH PA MIM TÃO ENORME!!!
quarta-feira, setembro 13, 2006
Inscrições para o S. Mateus
Carissimos:
Estão de novo abertas as inscrições para a grandiosa feira de S. Mateus, acontecimento ansiosamente esperado por todos os quantos já lá foram a primeira vez, razão da existência da rainha da fronteira - e pessoalmente desconfio que é a razão para elvas ter ganho este titulo.
A pensão estrelinha (usualmente conhecida como "casa da sú", menos nesta altura do ano) dispõe-se a abrir portas ao público, pelo menos para o público que preencha os requisitos necessários que serão descritos em breve.
Lamentavelmente, e por questões de disponibilidade de tempo, este ano o evento será mais restrito (que eu ja não tenho vida para isto).
Acessórios indispensáveis:
- saco-cama
- objectos pessoais (toalha de banho incluida)
- preparação económica para ir jantar fora, não sei se um dia, se dois se três, depende da disponibilidade da cozinheira de serviço (vulgarmente conhecida durante o ano como minha mãe/tia xixão)
- figado em razoável estado para aguentar mais um fim-de-semana sem precalços
- o mínimo de juízo, só o mínimo indespensável para eu não ter que ir às 4h da manhã buscar alguém ao hospital porque entrou em coma alcoolica).
O fds de são mateus vai ser 22 (sexta-feira e partida de lisboa ao fim da tarde), 23 e 24 (domingo e regresso a lisboa). No fim de semana seguinte continua a festa mas já não em minha casa porque ah e tal parece que há uma pessoa que faz anos nesse fim de semana e pronto, cortaram-se-me as vazas para o 2º fds.
Preciso saber quem vai e carros disponíveis. Temos já algumas pessoas confirmadas e outras semi-confirmadas mas que se tão a cagar para o meu blog - o que eu acho mal e me faz pensar se as quero mesmo convidar.
Se houver um tal usuário do blogger a postar neste post como MCM, todas as regras e instruções referidas são para ser cumpridas (tá a ver mãe?? como eu sou boazinha??) e fica desde já o agradecimento a MCM pela hospitalidade, boa vontade, disponibilidade e todas as outras coisas acabadas em "ade".
Um grande bem-haja a esse santo espectacular, LA VAMOS NÒS OUTRA VEZ!!!
Estão de novo abertas as inscrições para a grandiosa feira de S. Mateus, acontecimento ansiosamente esperado por todos os quantos já lá foram a primeira vez, razão da existência da rainha da fronteira - e pessoalmente desconfio que é a razão para elvas ter ganho este titulo.
A pensão estrelinha (usualmente conhecida como "casa da sú", menos nesta altura do ano) dispõe-se a abrir portas ao público, pelo menos para o público que preencha os requisitos necessários que serão descritos em breve.
Lamentavelmente, e por questões de disponibilidade de tempo, este ano o evento será mais restrito (que eu ja não tenho vida para isto).
Acessórios indispensáveis:
- saco-cama
- objectos pessoais (toalha de banho incluida)
- preparação económica para ir jantar fora, não sei se um dia, se dois se três, depende da disponibilidade da cozinheira de serviço (vulgarmente conhecida durante o ano como minha mãe/tia xixão)
- figado em razoável estado para aguentar mais um fim-de-semana sem precalços
- o mínimo de juízo, só o mínimo indespensável para eu não ter que ir às 4h da manhã buscar alguém ao hospital porque entrou em coma alcoolica).
O fds de são mateus vai ser 22 (sexta-feira e partida de lisboa ao fim da tarde), 23 e 24 (domingo e regresso a lisboa). No fim de semana seguinte continua a festa mas já não em minha casa porque ah e tal parece que há uma pessoa que faz anos nesse fim de semana e pronto, cortaram-se-me as vazas para o 2º fds.
Preciso saber quem vai e carros disponíveis. Temos já algumas pessoas confirmadas e outras semi-confirmadas mas que se tão a cagar para o meu blog - o que eu acho mal e me faz pensar se as quero mesmo convidar.
Se houver um tal usuário do blogger a postar neste post como MCM, todas as regras e instruções referidas são para ser cumpridas (tá a ver mãe?? como eu sou boazinha??) e fica desde já o agradecimento a MCM pela hospitalidade, boa vontade, disponibilidade e todas as outras coisas acabadas em "ade".
Um grande bem-haja a esse santo espectacular, LA VAMOS NÒS OUTRA VEZ!!!
quinta-feira, setembro 07, 2006
A saga chega ao fim
Depois do término do estágio dia 3 de Agosto, teria que entregar o relatório do mesmo até dia 18, relatório esse que ficou finalizado dia 14 mas que hoje, hoje e só hoje, o consegui entregar a quem de direito, com todos os requisitos preenchidos.
Causas deste desfasamento temporal? Fecho da instituição para desinfestação; fecho da instituição para férias, férias do tal "quem de direito", ausência desse "quem de direito" do gabinete após o término do período de férias, falta da papelada adjacente que seria obrigatória e impossibilidade de substituição da mesma ou de proceder à entrega sem a referida papelada, burocracias e desorganização. Falta de disponibilidade minha para lá ir todos os dias, ok, ok.
Até ao fim, tudo na mesma. Nem eu poderia acabar o período académico de outra forma!
Já está.
Causas deste desfasamento temporal? Fecho da instituição para desinfestação; fecho da instituição para férias, férias do tal "quem de direito", ausência desse "quem de direito" do gabinete após o término do período de férias, falta da papelada adjacente que seria obrigatória e impossibilidade de substituição da mesma ou de proceder à entrega sem a referida papelada, burocracias e desorganização. Falta de disponibilidade minha para lá ir todos os dias, ok, ok.
Até ao fim, tudo na mesma. Nem eu poderia acabar o período académico de outra forma!
Já está.
segunda-feira, setembro 04, 2006
New Job, first day
Achava eu que ia ficar desempregada agora que acabei o estágio. Preparei-me para tirar as maiores férias da minha vida, ou seja, fiz exercícios musculares ao rabo e às costas e aos braços, prontinha para não mexer uma palha durante umas belas, saudáveis e merecidas férias. Enganei-me, não tardou para que arranjasse emprego, com temor de ir parar de volta á santa terrinha. "Mas o que é? Onde é? O que fazem?" Fui respondendo, é em Xabregas (com ar de quem até sabe onde é Xabregas) e o resto não sei.
Segunda-feira começo às 9h30, segunda-feira lá m'acordei às 8h00, sem saber muito bem como porque isto de férias é trocar horários e isso mais a excitação e o medo, 4h da manhã e não havia meio de pregar olho. Whatever, lá acordei (azuada) lá dei com Xabregas (ah, que bela zona lisboeta!! E a mim é que dizem que venho lá dos montes!!) e cheguei ao escritório onde... o patrão não estava. Acordei às 8h00 para estar cá às 9h00 e o patrão chegou às 15h00. No entretanto fiz amizade com a "mais velha da casa", simpática e com 1 mês e meio de casa. Sim, "a mais velha da casa".
Os computadores estão velhos e obsoltetos... foi uma saga entre PCU que trabalhava, monitor que não, rato que às vezes, teclado que servisse. Sgrunf.
E agora a trabalhar. Os pc's não tem música, o servidor é lento demais para se verem os videos do youtube e os do metacafe, abrir apresentações power point de mails engraçados dá direito a bloqueio.
Quem me manda a mim fingir-me desenrascada e auto-suficiente em vez de aceitar as cunhas dos pais como toda a gente faz!!
Segunda-feira começo às 9h30, segunda-feira lá m'acordei às 8h00, sem saber muito bem como porque isto de férias é trocar horários e isso mais a excitação e o medo, 4h da manhã e não havia meio de pregar olho. Whatever, lá acordei (azuada) lá dei com Xabregas (ah, que bela zona lisboeta!! E a mim é que dizem que venho lá dos montes!!) e cheguei ao escritório onde... o patrão não estava. Acordei às 8h00 para estar cá às 9h00 e o patrão chegou às 15h00. No entretanto fiz amizade com a "mais velha da casa", simpática e com 1 mês e meio de casa. Sim, "a mais velha da casa".
Os computadores estão velhos e obsoltetos... foi uma saga entre PCU que trabalhava, monitor que não, rato que às vezes, teclado que servisse. Sgrunf.
E agora a trabalhar. Os pc's não tem música, o servidor é lento demais para se verem os videos do youtube e os do metacafe, abrir apresentações power point de mails engraçados dá direito a bloqueio.
Quem me manda a mim fingir-me desenrascada e auto-suficiente em vez de aceitar as cunhas dos pais como toda a gente faz!!
sábado, agosto 05, 2006
SOS
Minha gente, caros amigos, colegas, compinchas, companheiros e afins:
PRECISA-SE DE AJUDA
Agradecem-se do fundo do coração todas as informações possíveis sobre... RELATÓRIO DE ESTÁGIO.
Quem, o quê, como, quando e porquê. Ok, o porquê é dispensável, o quem será cada um, o quando eu sei - 15 dias após o término do estágio. Preciso de saber é número de páginas "aconselhado" e conteúdo das mesmas. E claro, qualquer aspecto formal que tenha ficado decidido e que certamente me passou ao lado (se há tipo de letra e tamanho obrigatório e isso).
A todos o meu muito obrigado e.. "há coisas que nunca mudam!!"
quinta-feira, agosto 03, 2006
continuo viciada em neopets

para mais informações / registo / diversão e vício carreguem no tigre verde que está nos links, aqui ao lado.
:D
segunda-feira, julho 24, 2006
para quem ainda tinha dúvidas...
É um falso amigo? - Resultados
O seu resultado: Pérola Rara
Não há erro possível, aquele que todos gostariam de ter como amigo é você. Tem o dom de pôr os outros à vontade, de estabelecer rapidamente um forma de cumplicidade. Tem as qualidades do coração que fazem com que, por instinto, os outros confiem em si. Dito isto, você é amável sem ser estúpido. Aliás, os falsos amigos não gostam muito de si, porque lhes mostra muito rapidamente que não é parvo. Mas o seu trunfo principal é saber ser receptivo ao mesmo tempo que mantém uma certa reserva. E isso agrada muito!
http://testes.cultodavida.com/personalidade/2/
O seu resultado: Pérola Rara
Não há erro possível, aquele que todos gostariam de ter como amigo é você. Tem o dom de pôr os outros à vontade, de estabelecer rapidamente um forma de cumplicidade. Tem as qualidades do coração que fazem com que, por instinto, os outros confiem em si. Dito isto, você é amável sem ser estúpido. Aliás, os falsos amigos não gostam muito de si, porque lhes mostra muito rapidamente que não é parvo. Mas o seu trunfo principal é saber ser receptivo ao mesmo tempo que mantém uma certa reserva. E isso agrada muito!
http://testes.cultodavida.com/personalidade/2/
domingo, julho 23, 2006
Momentos.
Está parada, sentada na sala, no mesmo sofá onde se costuma sentar sempre. Por dentro sente que o mundo está prestes a desabar, vítima de um colapso pouco natural e não previsto por nenhum boletim de metereologia. Não houve avisos nem pré-avisos. Talvez tenham havido pistas - o cheiro no ar, o ladrar dos cães. Não lhes ligaste e agora o teu mundo simplesmente não gira como antes.
Mas em redor, tudo continua quieto e sossegado, os cinzeiros limpos, a sala arrumada, as almofadas no sítio certo, tu sentada no lugar de sempre a olhar para a televisão onde o apresentador tenta com previsíveis piadas mascarar os imprevisíveis de um diferido que devia ser directo.
Pensa que podia, num ímpeto de fúria, varrer com o braço tudo o que está em cima da mesa, estilhaçar em cacos cinzeiros e molduras, estilhaçar em cacos a queitude da normalidade que se transpira aqui. E sim, levantas-te, agarras no cinzeiro e zás! Parede com ele! Mil pedaços voam, mil pedaços aterram no chão recém-varrido.
Rídicula. Sentes-te rídicula. De pé, no meio da sala em ordem, um cinzeiro partido a um canto, uma pequenininha marca que há-de ficar na parede... e mais nada. Mais nada.
Ah, esses ímpetos holliwoodescos - se ao menos houvesse uma câmara de filmar, a imagem em slow motion como a viste na tua mente, acompanhada de uma música de catárse... mas não. Nada. Rídicula, sente-se rídicula.
Pior, lembras-te que alguém vai ter que apanhar o resto do cinzeiro, sabes que vais ter que ser tu. Cozinha, outro cinzeiro, acende-se um cigarro, senta-se no sofá. De volta à quietude, à arrumação tranquila - ao lado, uma nota desafinada mas que ninguém se apercebeu. Só isso.
As mãos tremem-te, fazem tremelicar o cigarro que seguras, as lágrimas presas, as vozes lá fora, os carros que passam mais ou menos tranquilos, a tua respiração ofegante. Tu procuras uma catárse que simplesmente não se encaixa na tua vida. Quando te perguntarem pelo cineziro responderás que se partiu, que estavas a arrumar a sala e que se partiu. E é tudo.
Mais nada - é tudo.
Mas em redor, tudo continua quieto e sossegado, os cinzeiros limpos, a sala arrumada, as almofadas no sítio certo, tu sentada no lugar de sempre a olhar para a televisão onde o apresentador tenta com previsíveis piadas mascarar os imprevisíveis de um diferido que devia ser directo.
Pensa que podia, num ímpeto de fúria, varrer com o braço tudo o que está em cima da mesa, estilhaçar em cacos cinzeiros e molduras, estilhaçar em cacos a queitude da normalidade que se transpira aqui. E sim, levantas-te, agarras no cinzeiro e zás! Parede com ele! Mil pedaços voam, mil pedaços aterram no chão recém-varrido.
Rídicula. Sentes-te rídicula. De pé, no meio da sala em ordem, um cinzeiro partido a um canto, uma pequenininha marca que há-de ficar na parede... e mais nada. Mais nada.
Ah, esses ímpetos holliwoodescos - se ao menos houvesse uma câmara de filmar, a imagem em slow motion como a viste na tua mente, acompanhada de uma música de catárse... mas não. Nada. Rídicula, sente-se rídicula.
Pior, lembras-te que alguém vai ter que apanhar o resto do cinzeiro, sabes que vais ter que ser tu. Cozinha, outro cinzeiro, acende-se um cigarro, senta-se no sofá. De volta à quietude, à arrumação tranquila - ao lado, uma nota desafinada mas que ninguém se apercebeu. Só isso.
As mãos tremem-te, fazem tremelicar o cigarro que seguras, as lágrimas presas, as vozes lá fora, os carros que passam mais ou menos tranquilos, a tua respiração ofegante. Tu procuras uma catárse que simplesmente não se encaixa na tua vida. Quando te perguntarem pelo cineziro responderás que se partiu, que estavas a arrumar a sala e que se partiu. E é tudo.
Mais nada - é tudo.
terça-feira, julho 18, 2006
segunda-feira, julho 17, 2006
Sinais
Esta altura do ano é capaz de ser umas das melhores para se ter rapidamente a percepção de quem efectivamente tem uma boa qualidade de vida e quem não tem. Porque por aí aldrabões há muito, gente com muita garganta também mas nesta fase do ano só se deixa enganar quem quer.
E porquê? Tem tudo a ver com o penteado. Trigo Limpo, Farinha Amparo. Ah poizé, bébé.
Então reparem, quem vos aparecer à frente cujo cabelo esteja ordenado, penteado, em bom estado, então essa pessoa tem boa qualidade de vida: tem ar condicionado no carro.
Já quem anda por aí com os cabelos desgrenhados, desalinhados e esvoçantes, então é porque têm o carro condicionado ao ar e não há pêlo que aguente a janelinha aberta.
(Este é o meu caso, já agora).
E porquê? Tem tudo a ver com o penteado. Trigo Limpo, Farinha Amparo. Ah poizé, bébé.
Então reparem, quem vos aparecer à frente cujo cabelo esteja ordenado, penteado, em bom estado, então essa pessoa tem boa qualidade de vida: tem ar condicionado no carro.
Já quem anda por aí com os cabelos desgrenhados, desalinhados e esvoçantes, então é porque têm o carro condicionado ao ar e não há pêlo que aguente a janelinha aberta.
(Este é o meu caso, já agora).
sábado, julho 15, 2006
sexta-feira, julho 07, 2006
hum...com licença?
Já passou tanto tempo e tanta coisa que fiquei na dúvida, será que há direito de postar no taparuere? Isto de ser administrador é pior que ser dono de um supermercado, há que seguir 1 500 regras para saber se se pode algo...
Enfim, pode-se? ;D
Enfim, pode-se? ;D
quinta-feira, julho 06, 2006
pequenininha nota em jeito de especulação
Ontem, antes do jogo, perguntei a alguém se achava que nós iamos ganhar. Um senhor mais velho, andei a recolher opiniões de gente que supostamente é mais credível, um tipo informado.
Ele respondeu-me qualquer coisa do tipo: "Acho que não nos vão deixar ganhar porque Portugal é um país demasiado pequeno para os interesses económicos que estão por detrás do Mundial. Para teres noção do quanto um país é afectado pelo Mundial, há dados que mostram que os vencedores sofrem até um aumento no PIB".
E eu pensei, "tretas! cá está mais um demasiado marcado pelo 25 de Abril e com a vitimização a salvaguardar-lhe o orgulho."
Mas depois vi o jogo. E vi a arbitragem.
Já não digo nada, fiquei só com a bela frase do senhor a martelar-me o espírito.
Ele respondeu-me qualquer coisa do tipo: "Acho que não nos vão deixar ganhar porque Portugal é um país demasiado pequeno para os interesses económicos que estão por detrás do Mundial. Para teres noção do quanto um país é afectado pelo Mundial, há dados que mostram que os vencedores sofrem até um aumento no PIB".
E eu pensei, "tretas! cá está mais um demasiado marcado pelo 25 de Abril e com a vitimização a salvaguardar-lhe o orgulho."
Mas depois vi o jogo. E vi a arbitragem.
Já não digo nada, fiquei só com a bela frase do senhor a martelar-me o espírito.
quarta-feira, julho 05, 2006
Aprendam com quem sabe
http://www.youtube.com/watch?v=jZrl6y3J2fg&search=amo%20a%20laura
Uma autêntica pérola em todos os sentidos.
Uma autêntica pérola em todos os sentidos.
terça-feira, julho 04, 2006
domingo, julho 02, 2006
fases da vida ou faces da vida?
O título não tem muito a ver mas estou algo desconexa hoje.
A ver se faço passar o meu ponto que até é algo pertinente, parece-me.
By the way, este vai ser um post sério e portanto, provavelmente, algo secante:
Quando somos novos aceitamos o mundo sem perguntar. Estamos só a ver o funcionamento das coisas e pronto. Vou-me cingir a um assunto em concreto para me ser mais facil expôr o raciocínio:
Miúdos pequenos papam literalmente todos os dibujos animados da televisão. Eu papava-os, especialmente em espanhol porque eram mais giros, porque começavam mais cedo e acabavam mais tarde, enfim.
Sabemos como a televisão funciona, mudar os canais, os que mais gostamos, etc. Mas é só divertimento e passar o tempo, tudo ok.
Depois crescemos um bocadinho e, ocasionalmente vemos alguns pugramas mais sérios. Nesta fase se "disseram na televisão" é quase como a grande verdade. Sinceramente nesta parte questionava-me sobre Deus, se Ele existia e se era assim tão importante, como é que nunca tinha dado na televisão? Enfim, só para nos situarmos em termos de importância.
Depois continuei crescendo, alegre e feliz, e de algum modo (com a ajuda do curso, claro) comecei a ficar desconfiada da tv. Veio a fase da manipulação de informação, de que se aquilo ali estava era para nos enganar e ajudar a criarmos uma imagem distorcida da realidade em prol dos interesses de algum manda-chuva poderoso.
Depois passámos ainda para uma nova fase, a de que a manipulação é parte intrinseca do meio audiovisual a que nos estamos a referir, que é a forma de se comunicar em tv. E que a tv e publicidade sao formas de se fazer dinheiro, sao negocios como outros. Pé atrás mas digamos, um pé atrás mais compreensivo. Portanto, vejo tv por divertimento, sem lhe dar demasiado crédito nem importância, sem estar à sua frente demasiado reaccionária ou contestatária.
Depois de uma atitude passiva, atitude anti-conspiração mundial, vem a atitude de aceitaçao de inevitabilidade de alguns funcionamentos de algumas coisas.
Isto é válido para inúmeras outras situações, até para relações humanas. Há uma altura na nossa vida em que não temos qualquer opinião política, outra em que seguimos a opinião política de alguém, outra em que defendemos e gritamos e brandamos ao mundo a nossa porque temos esse direito e defender a ideologia acima de tudo, bla bla. E finalmente uma atitude em que falamos quando achamos que devemos falar e em que calamos quando achamos que não vale a pena esgotar assim a nossa energia.
Relações humanas, vá, amizade: mais ou menos a mesma coisa. Primeiro somos amigos de quem nos está mais perto, filhos de amigos de pais, pessoal da escola, etc. Depois passamos por uma fase em que só somos amigos de quem escolhemos ser. Agora vem uma fase em que se atura muita gente mas só alguns é que valem a pena. Se os outros sabem disso ou não é indiferente.
Mesmo as atitudes com os amigos, primeiro aceitação total da forma de ser dos outros gaiatinhos lá do infantário, depois críticas e "constatações" de dedo erguido e alta consciência dos nossos deveres e direitos numa amizade. Agora... é relativo. Cada caso é um caso e para cada qual sua atitude ou ausência dela.
Até poderia parecer ao observador desatento que é um regresso à primeira instância mas não se enganem que disso só poderá ter aparência. A atitude sentida é muito diferente, em parte tb devido à segurança que cada um sente deste caminho.
O que acho mais "graça" é falar com gente qse da minha idade, ou mm da minha idade mas que ainda n começou a trabalhar (que me parece q tem influência) e dar-me conta das diferenças de atitude de faixa para faixa, de pessoas próximas para pessoas próximas até.
Perfeitamente legítimo e necessário, perfeitamente legítimo e necessário.
Em gesto de conclusão, só tenho uma coisa adulta e matura a dizer:
"Porque é que há um ecoponto na rua do Manel e na minha não?"
A ver se faço passar o meu ponto que até é algo pertinente, parece-me.
By the way, este vai ser um post sério e portanto, provavelmente, algo secante:
Quando somos novos aceitamos o mundo sem perguntar. Estamos só a ver o funcionamento das coisas e pronto. Vou-me cingir a um assunto em concreto para me ser mais facil expôr o raciocínio:
Miúdos pequenos papam literalmente todos os dibujos animados da televisão. Eu papava-os, especialmente em espanhol porque eram mais giros, porque começavam mais cedo e acabavam mais tarde, enfim.
Sabemos como a televisão funciona, mudar os canais, os que mais gostamos, etc. Mas é só divertimento e passar o tempo, tudo ok.
Depois crescemos um bocadinho e, ocasionalmente vemos alguns pugramas mais sérios. Nesta fase se "disseram na televisão" é quase como a grande verdade. Sinceramente nesta parte questionava-me sobre Deus, se Ele existia e se era assim tão importante, como é que nunca tinha dado na televisão? Enfim, só para nos situarmos em termos de importância.
Depois continuei crescendo, alegre e feliz, e de algum modo (com a ajuda do curso, claro) comecei a ficar desconfiada da tv. Veio a fase da manipulação de informação, de que se aquilo ali estava era para nos enganar e ajudar a criarmos uma imagem distorcida da realidade em prol dos interesses de algum manda-chuva poderoso.
Depois passámos ainda para uma nova fase, a de que a manipulação é parte intrinseca do meio audiovisual a que nos estamos a referir, que é a forma de se comunicar em tv. E que a tv e publicidade sao formas de se fazer dinheiro, sao negocios como outros. Pé atrás mas digamos, um pé atrás mais compreensivo. Portanto, vejo tv por divertimento, sem lhe dar demasiado crédito nem importância, sem estar à sua frente demasiado reaccionária ou contestatária.
Depois de uma atitude passiva, atitude anti-conspiração mundial, vem a atitude de aceitaçao de inevitabilidade de alguns funcionamentos de algumas coisas.
Isto é válido para inúmeras outras situações, até para relações humanas. Há uma altura na nossa vida em que não temos qualquer opinião política, outra em que seguimos a opinião política de alguém, outra em que defendemos e gritamos e brandamos ao mundo a nossa porque temos esse direito e defender a ideologia acima de tudo, bla bla. E finalmente uma atitude em que falamos quando achamos que devemos falar e em que calamos quando achamos que não vale a pena esgotar assim a nossa energia.
Relações humanas, vá, amizade: mais ou menos a mesma coisa. Primeiro somos amigos de quem nos está mais perto, filhos de amigos de pais, pessoal da escola, etc. Depois passamos por uma fase em que só somos amigos de quem escolhemos ser. Agora vem uma fase em que se atura muita gente mas só alguns é que valem a pena. Se os outros sabem disso ou não é indiferente.
Mesmo as atitudes com os amigos, primeiro aceitação total da forma de ser dos outros gaiatinhos lá do infantário, depois críticas e "constatações" de dedo erguido e alta consciência dos nossos deveres e direitos numa amizade. Agora... é relativo. Cada caso é um caso e para cada qual sua atitude ou ausência dela.
Até poderia parecer ao observador desatento que é um regresso à primeira instância mas não se enganem que disso só poderá ter aparência. A atitude sentida é muito diferente, em parte tb devido à segurança que cada um sente deste caminho.
O que acho mais "graça" é falar com gente qse da minha idade, ou mm da minha idade mas que ainda n começou a trabalhar (que me parece q tem influência) e dar-me conta das diferenças de atitude de faixa para faixa, de pessoas próximas para pessoas próximas até.
Perfeitamente legítimo e necessário, perfeitamente legítimo e necessário.
Em gesto de conclusão, só tenho uma coisa adulta e matura a dizer:
"Porque é que há um ecoponto na rua do Manel e na minha não?"
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