quinta-feira, janeiro 11, 2007

... E que o valor das promessas não reside na garantia de serem cumpridas mas simplesmente na manifestação de quem as faz sentir realmente o que diz e ter essa intenção...

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Podia ser uma lição de moral

mas gosto mais de lhe chamar uma "pérola". Leiam-na, guardem-na e conservem-na para quando precisarem.

Em matérias de importância, conta mais onde se investiu mais. Em tempo, em carinho, em atenção.

Porque o sistema capitalista é a sociedade onde estamos inseridos e, quer queiramos ou nao, isso reflecte-se em todo o lado.

sexta-feira, dezembro 15, 2006

20 mil éguas submarinas

Há uma hora certa que começou a sair gente para a rua. Há uma hora certa que olhas a janela e te recusas a abandonar o quentinho dos cobertores.

5 mil éguas.

Há uma hora certa que a rua fervilha de gentes aos encontrões em outras gentes - metros, autocarros, cafés, conversas, dentes brancos sorridentes, caras cinzentas e fechadas, correrias, atrasos.

10 mil éguas.

Mais tempo, mais gente, mais corrida. Gente que se encontra e se cumprimenta, gente que se desencontra e que não tenta, gente que tenta, desatenta.

15 mil éguas.

Um mundo que gira cheio de gente gira que suspira, que atira ao calhas, tu que falhas ou não falhas, tu que sentes, que te mentes, que desatinas, atas e desatas, tu que estás sem estar.

20 mil éguas.

Afinal, o que te falta?

Súfocas, súbmerges, súbmarinas?

terça-feira, dezembro 12, 2006

A verdadeira (e trágica) História da CaroCinha e do João Ratão

Era uma vez uma Carochinha de longos cabelos loiros, fruto das madeixas em voga apesar de contrastantes com as sobrancelhas pretas, e compridas unhas arranjadas, daquelas com desenhos de flores e até um "piercing" no indicador da mão esquerda. Andava na casa dos vintes a nossa Carochinha, de revista cor-de-rosa debaixo do braço a caminho da Universidade Religiosa lá do sítio, reconhecida internacionalmente pelo seu prestígio em educação e nacionalmente pelas meninas do género CaroCinha Quintaleco que por lá debutavam.

Ora a nossa CaroCinha, menina polida e bem encabelada pela ajuda das extensões de cabelo natural, não tinha muitas preocupações na sua vida. Quer dizer, até tinha algumas arrelias que tomavam porporções pérfidas na sua artificialmente dourada cabecinha mas, em termos de vida, a coisa até estava bem planeada. Tinha nascido para o sucesso a CaroCinha. Os pais, senhores educados e cultos, haviam-se esmerado por uma educação cheia de princípios e méritos. E mérito não faltava à CaroCinha, tinha até dois - um belo par de méritos - se me faço entender. Esse par de méritos sempre a havia levado pela vida como que flutuando num balão de ar quente (ou quiçá dois!) tranquilamente esvoaçando por cima de dores de cabeça comuns. Assim, estava a nossa CaroCinha prestes a terminar o curso com uma média invejável. E o futuro, que a Deus pertencia, avizinhava-se trazedor de inúmeras e felizes peripécias, todas cor-de-rosa e com cheiro a Grannel Nº5.

Uma dúvida assolava no entanto a cintilante cabeça de CaroCinha: quem iria ser o seu iate do amor, fonte de inesgotável carinhos com a forma de diamantes, parceiro na saúde e na doença tratada nos melhores hospitais, o seu fiel acompanhante contra todas as vicissitudes da vida que por vezes assumem formas verdadeiramente atrozes de porteiros ignorantes que ocasionalmente a barravam à porta das únicas discotecas onde valia a pena entrar? Porque amante-amante ela até já tinha mas o motorista só servia mesmo para as quecas e vamos ser realistas, "amor e uma cabana nem à canzana".

Logo, haveria que arranjar esbelto princípe que a ajudasse com o futuro. Resumidamente, apareceu o otário do Johnny Rater que até era endinheirado apesar de esbelto princípe não ter mais nada e o motorista não se aguentou com os ciúmes. Felizmente já se tinha assinado tudo o que é papelada de comunhão de bens e afins.

Mais uma vez, Taparuere em serviço público de trazer a verdade dos factos a quem deles quer saber!

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Recuperações (Agosto 2005)

Divagações.

Olhava em frente, fixa num qualquer ponto indeterminado. Cliché, não, não é isto que quero. Mas é mais facil assim, esperem só um bocadinho.

(respiro fundo)


A cabeça inclinada sobre um guardanapo de papel onde escrevia fervorosamente. (Fervorosamente... existe? É assim? Palavra feia). A imperial à sua frente ia morrendo, lentamente. A caneta seguia o seu caminho, determinada (gosto!) num papel demasiado fininho para o fervor. Fininho e pequeno, acabou-se. Dobrou-o em quatro depois de ter posto a tampa na caneta e meteu-o no bolso. Agarrou a imperial mas não lhe sentiu o fresco e olhou longamente em volta. A esplanada cheia, entardeceres de verão. (Está a melhorar, mas agora estou a fugir do assunto que me interessa. argh.)

As pessoas em seu redor, estava demasiado longe das suas gentes para ter ali alguém conhecido. E no entanto os rostos não lhe eram estranhos, as vestes, os estilos. Os gestos. As pessoas, na procura da unicidade individual (sim, gosto de redundâncias) será que nos damos conta de que somos mesmo todos iguais? Quer dizer, uma esplanada num entardecer de verão tem rostos parecidos em vestes iguais com gestos repetidos. (Ok, não era por aqui que eu queria ir, não era nada disto que eu queria dizer. Ainda se dá a volta, esperem lá).

De facto as pessoas agarram-se às convicções que criam e mais nada. O papel ficou guardado, duas frases que ressoam: "Em matéria religiosa, não acredita quem quer, acredita quem pode"; "Cria uma reputação confortável e mantém-te nela".

Há coisas que fazem tanto sentido que de repente não fazem sentido nenhum. São daquelas coisas que se acredita mas de que se duvida. Por vontade de duvidar, por necessidade de acreditar.

Pede a conta e paga, a mala ao ombro e a chave do carro na mão. É hora de mudar de poiso, mudar de esplanada. Para outra qualquer igual a esta.

(Não era bem isto não... paciência!)

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Os Dias e as Noites (ou as noites nos dias)

Já foi muita coisa sim, menos do que a que há-de vir mas que não sabemos o que é.

Pelo meio muda-se, transforma-se, evolui-se. Em todo o lado, por todos os lados agora, somos postos em cheque. Enconstam-nos à parede, procuram ver de que fibra somos, procuramos responder da forma que achamos e descobrimos que afinal não era bem aquilo.

Um bocadinho de medo, um bocadinho de angústia, um bocadinho de excitação, completamente perdidos à procura de um refúgio ou de uma pausa - mas a corrida ainda agora está a começar.

Por todo o lado procuramos defesas: porque está dificil para todos, porque nunca houve nenhuma geração que tivesse que superar tanto e provar tanta coisa ao mesmo tempo, porque poderia estar pior, olha este e aquele e o outro... E é verdade, é tudo verdade, mas justificar não chega para podermos cruzar os braços e ficar a olhar.

Por outra via, também nunca houve tanta hipótese de escolha e tanta consciência do que somos, do que queremos ser e dos porquês...

E a corrida ainda agora começou. Vamos lá minha gente, que nos enconstem facas à garganta e nos questionem a fibra, que nos provem mil vezes que estamos errados e que (ainda) não somos aquilo que queremos. É para isso que estamos aqui, é por isso que vamos crescer mais e ser melhores do que todos os outros.

(Para toda a minha gente da UCP e o resto da minha gente out-UCP mas com o diploma nas mãos e a olhar para ele com ar interrogativo)

quarta-feira, novembro 15, 2006

segunda-feira, novembro 13, 2006

Banana.

Quando eu era pequena a minha mãe obrigava-me a comer bananas. Eu não gostava, nunca gostei e ainda não gosto. Não tenho especial apetite pelo sabor em si, odeio a consistência, dou-me mal a descascá-las, e não curto nada do caroço. Em suma, bananas não são o meu fruto, pensava eu, conhecedora da minha natureza e índole.

Agora estou a trabalhar no sítio que voces sabem, a fazer o que voces sabem e com as condições que voces ouviram falar. Quero pois, como voces também sabem, bazar. Não estou a crescer profissionalmente nem como pessoa, estou a ganhar uma miséria que ainda é paga fora de horas (e se for).

Comunico ao patrão que ah e tal coiso eu tchau. E o homem ah e tal coiso, pera aí.

E eu? Eu péro. Diz ele "ah e tal que sem ti nada e isto coiso e tens que tal." E eu, ah e tal, ok. Pronto.

Perguntas: Significa isto que ele me vai dar valor? Não. Que me vai apreciar? Não. Que vai reconhecer o sentido de responsabilidade? Não. Que vai ficar a dizer ou a achar bem do meu trabalho? Não. Que me vai aumentar? Não. Que me vai pagar a tempo e horas o que me deve? Não.

Se alguma das respostas acima fosse sim, isso era importante para a minha vida ou para o meu futuro? Não.

Então porque fico???

Porque sou BANANA.

Banana.

Quando eu era pequena a minha mãe obrigava-me a comer bananas. Eu não gostava, nunca gostei e ainda não gosto. Não tenho especial apetite pelo sabor em si, odeio a consistência, dou-me mal a descascá-las, e não curto nada do caroço. Em suma, bananas não são o meu fruto, pensava eu, conhecedora da minha natureza e índole.

Agora estou a trabalhar no sítio que voces sabem, a fazer o que voces sabem e com as condições que voces ouviram falar. Quero pois, como voces também sabem, bazar. Não estou a crescer profissionalmente nem como pessoa, estou a ganhar uma miséria que ainda é paga fora de horas (e se for).

Comunico ao patrão que ah e tal coiso eu tchau. E o homem ah e tal coiso, pera aí.

E eu? Eu péro. Diz ele "ah e tal que sem ti nada e isto coiso e tens que tal." E eu, ah e tal, ok. Pronto.

Perguntas: Significa isto que ele me vai dar valor? Não. Que me vai apreciar? Não. Que vai reconhecer o sentido de responsabilidade? Não. Que vai ficar a dizer ou a achar bem do meu trabalho? Não. Que me vai aumentar? Não. Que me vai pagar a tempo e horas o que me deve? Não.

Se alguma das respostas acima fosse sim, isso era importante para a minha vida ou para o meu futuro? Não.

Então porque fico???

Porque sou BANANA.

quinta-feira, novembro 02, 2006

Carta Aberta aos meus Pais

Querida Mãe e Querido Pai:

Hoje páro para pensar na minha vida e no meu futuro. Vou fazer 3 meses nesta nova empresa, depois de 5 meses na antiga e apenas com um intervalo de uma semana. Desde o ano passado que não tenho férias a sério.

O meu começo de vida profissional tem sido agraciado com uma série de descobertas que primam pela sua versatilidade e diferenças. Contudo, esta é a altura de assumir perante ao mundo algo de que comecei a desconfiar relativamente cedo mas que agora não pode ser mais calado: Estou farta de brincar aos adultos. Já não quero ser grande, não quero brincar mais.

Assim sendo, venho por esta via fazer uma proposta aos meus bem-amados progenitores: quero um ano sabático para viajar e escrever.

Um ano entre cá e um qualquer lá, em constante mudança, um ano de passeio e conhecimento do mundo. No entretanto vou escrever um livro que, decerto, será um best-seller mundial. Para tal basta-me escrever um capítulo descritivo acerca das cidades e países com maiores hábitos de leituras: toda a gente vai querer ler um livro mundial onde fale do seu bairro ou do bairro do seu amigo/conhecido. O resto da história não interessa nada.

Se ao fim deste ano sabático não houver escrito nada que se assemelhe a um best-seller mundial, se não conseguir ganhar o prémio nobel da literatura logo no mês seguinte, então queridos pais, vou tirar veterinária. Voltar ao sonho de criança na redescoberta da minha verdadeira vocação.

Entre e durante estes dois projectos, estava a pensar numa renda mensal que desse para pagar as viagens e as saídas à noite e compras de roupa e ainda as entradas de eventos culturais que me servissem de inspiração (tal como a entrada do MOMA em NY ou mesmo a entrada do LUX em LX).

Se por acaso eu não conseguir entrar ou tirar veterinária, então queridos pais, quero partilhas. Não precisam de ser completas pois que sou só uma e viria tudo para mim e o pobre pai ficaria meu empregado. Não, isso não quero, desconfio que tinha que despediro o papá e isso iria custar-me um bocadinho.

Fazemos so partilhas em parte, vende-se um dos montes e da-se-me o dinheiro. Que tal?

Mas isso seria só em última análise, no dark side of a failed life. Por agora é só o ano sabático para me dedicar à escrita, pode ser?

segunda-feira, outubro 30, 2006

Desculpas e motivos - Convite

Porque é que temos que ter sempre uma razão para juntar os nossos amigos à roda da fogueira?

Dia 1 de Dezembro é feriado, seguido de fim-de-semana. Parece-me motivo e desculpa mais do que suficiente para vos convidar para irmos passar o big weekend todos juntinhos à roda da lareira (que fogueiras dentro de casa não são aconselháveis).

Assim sendo gostaria de contar com a malta já habitual a estas andaças e ainda algumas estreias. Malta do S. Mateus, dos campos de férias, da escolinha, do mundo - amigos e amigas - baza todos ir?

Gostaria de ter assim uma ideia de gente a achar que sim, que era bacano, que dava, que gostava... de modo que para motivos de approach, um comment a dizer "count me in" ou um mail seria simpatico, para se fazer contas à vida.

Vou mandar mails de convite. a ver se a ideia desenvolve e vai pá frente.

(porque a ideia é boa, o texto tá fracote que eu hoje não tou inspirada).

segunda-feira, outubro 23, 2006

coisas que marcam

Histeria total na perspectiva do fim-de-semana que se avizinha. Sim, sim, eu sei que ainda hoje é segunda-feira mas é que há programas tão bons, tão bons, tão bons, que do bons que são nos deixam assim: a contar as horas, os minutos, os segundos que faltam até passar uma semana quase inteira.

O programa cujo vislumbre de viabilidade faz tremer o meu ser em pura excitação? TRECOS!!

Mais do que isso: o reencontro. Ah, todas as bazófias ditas à boca do trombone, todos os jogos jogados em que se tentaram apurar vencedores, vencidos, heróis, reis e rainhas deste jogo de intelecto. Agora, nesta nova fase em que não nos defrontamos todos os dias, cada jogo de trecos surge como o último, o derradeiro, o grande apurador de todos os superlativos imputados a uma e só uma pessoa (ou equipa, ok, duas pessoas).

Sempre ouvi dizer que ah e tal, aproveita bem o tempo de estudante que depois sentes falta dele. Não sinto muito. Não sinto falta das aulas. Não sinto falta dos testes. Não sinto falta do bar da ucp, nem dos profes, nem dos coleguinhas que perfaziam a minha turma. Não sinto falta dos jantares de turma, não sinto falta das galas das univ's. Sinto falta dos trecos.

Merda. A minha vida universitária resume-se aos trecos. Enfim, são as coisas que marcam. Em calos.

segunda-feira, outubro 16, 2006

Eles levantam-se contentes e de dedo espetado, sabedores da vida e da experiência, autênticos D. Sebastiões salvadores com os bolsos cheios de dinheiro.

Nós vemos e apontamos, dizemos que é disto e daquilo e do outro e de mais não sei o quê e nunca nos preocupamos em ir averiguar a verdade.

Eles exigem e prometem, nós dizemos que sim e ouvimos e vemos, se faz é porque ficou mal feito, se não faz, menos trabalho, não fez mesmo.

Eles não sabem que pertecem a eles. Sabem que deixaram de ser nós mas acham todos que são diferentes dos outros eles e nós, nós pra nós sabemos que eles são todos iguais e nunca nos preocupamos em saber se nós somos diferentes.

Nós se fossemos eles éramos eles mesmo. E eles, se fossem nós, será que também eram mesmo nós? É que sim, eles são um bocadinho mais do que nós porque já foram nós mas passaram a ser eles por vontade própria. Nós nunca deixamos de ser nós (pelo menos ainda!) e continuamos exactamente com a postura do nós que os critica.

E agora?

(pa kem n percebeu nada vá a www.meu-mundo-cor-de-rosa.blogspot.com e leia os comentários do último post q eu escrevi e se mesmo assim não perceber... bem, então que vá comer palha!)

terça-feira, outubro 03, 2006

A saga do pêlo varrido

Sempre nos disseram que o tempo tudo cura – mas nunca nos dizem quanto tempo é. Já lá vai mais do que o tempo que achei que ia ser suficiente mas continua a doer-me na alma olhar para um qualquer feixe de luz que espreita incauto pelas frisas da persiana e não vislumbrar um ou dois pêlos amarelo-reluzente a boiar no ar agitado por uma cauda-chicote.

O dia decisivo: “toma lá 2 pares de calças, um livro e dá cá o cão. Agora trabalhas e não tens tempo para ele”. E não tinha, e não tenho, e fiquei lida e vestida, escrava capitalista cavando com as mãos o meu lugar ao sol e sem cão. Agora sinto-lhe a falta no pêlo – sinto-lhe até a falta do pêlo e os dias passam cinzentos apenas mais animados pela voz meiguinha da minha paulinha – Gabriela Paulinha dos Santos (GPS) que me vai dizendo em doce tom autoritário “vire à esquerda” “Vire à direita” enquanto eu lhe desabafo minhas mágoas e dores. Ela ouve e comenta “Na rotunda siga em frente, segunda saída” e eu sei que neste tom de quem manda está o segredo da vida que continua. A minha Paulinha tem razão, para a frente é que é caminho mas é ao lado (a 200km para o lado!) que o meu cão saltita e pulula alegre e feliz, perseguindo ovelhas e galinhas enquanto os meus dias continuam sem alergias nem pêlos no chão da casa.

Um dia destes vou-te buscar de volta – assim que tiver tempo de novo!

segunda-feira, setembro 25, 2006

S. Mateus 2006

Mais um fim-de-semana repleto de aprendizagens, vivências, choros e alegrias, cânticos afinados entoados em plena rouquidão.

Deste ano fica:

- uma lona marca land-rover para a eternidade abandonada no meu quintal, trazida pelos dentes aguçados de um rafeiro abandonado.

- a falta de bonés gentilmente oferecidos por marroquinos ensonados

- o hélio, esse grande amigo novo que nos vai acompanhar num futuro mais ou menos longíquo, mas certos de que voltará a ter um papel importante nas nossas vidas

- os noivados que não sã0 namoros e em que uma mão dada é mais preciosa do que um belo melo ou mesmo uma noite de sexo selvagem

- os carroceis novos que até são engraçadinhos mas não tão reguilas como pareciam

- os trecos, que quando não tem um treino fixo, consistente e coerente, nos atraiçoam

- as dores musculares nas pernas das correrias por causa do frio

- as dores musculares nos abdominais que, à falta de outro motivo aparente, devem ser dos ataques de riso,


- e mais coisas que agora não me lembro

A todos os que foram o meu muito obrigado pela companhia, pela alegria, pelas noites e pelos dias, pelas vitórias e pelas derrotas (trecos outra vez!!) e essas coisas todas que vocês já sabeis.

Á minha mãe, excelência na arte de bem receber, muito agradecida por mais um ano com a casa cheia!

quinta-feira, setembro 21, 2006

é oficial!

2005/2006
2º Semestre
138320010
Estágio de Licenciatura
14
Aprovado
Normal


XOU DÔTÔRA!!!!! JÁ XOU CRESCIDA!! JÁ XOU BUÉ DA GANDE!! ÓH PA MIM TÃO ENORME!!!

quarta-feira, setembro 13, 2006

Inscrições para o S. Mateus

Carissimos:

Estão de novo abertas as inscrições para a grandiosa feira de S. Mateus, acontecimento ansiosamente esperado por todos os quantos já lá foram a primeira vez, razão da existência da rainha da fronteira - e pessoalmente desconfio que é a razão para elvas ter ganho este titulo.

A pensão estrelinha (usualmente conhecida como "casa da sú", menos nesta altura do ano) dispõe-se a abrir portas ao público, pelo menos para o público que preencha os requisitos necessários que serão descritos em breve.

Lamentavelmente, e por questões de disponibilidade de tempo, este ano o evento será mais restrito (que eu ja não tenho vida para isto).

Acessórios indispensáveis:
- saco-cama
- objectos pessoais (toalha de banho incluida)
- preparação económica para ir jantar fora, não sei se um dia, se dois se três, depende da disponibilidade da cozinheira de serviço (vulgarmente conhecida durante o ano como minha mãe/tia xixão)
- figado em razoável estado para aguentar mais um fim-de-semana sem precalços
- o mínimo de juízo, só o mínimo indespensável para eu não ter que ir às 4h da manhã buscar alguém ao hospital porque entrou em coma alcoolica).

O fds de são mateus vai ser 22 (sexta-feira e partida de lisboa ao fim da tarde), 23 e 24 (domingo e regresso a lisboa). No fim de semana seguinte continua a festa mas já não em minha casa porque ah e tal parece que há uma pessoa que faz anos nesse fim de semana e pronto, cortaram-se-me as vazas para o 2º fds.

Preciso saber quem vai e carros disponíveis. Temos já algumas pessoas confirmadas e outras semi-confirmadas mas que se tão a cagar para o meu blog - o que eu acho mal e me faz pensar se as quero mesmo convidar.

Se houver um tal usuário do blogger a postar neste post como MCM, todas as regras e instruções referidas são para ser cumpridas (tá a ver mãe?? como eu sou boazinha??) e fica desde já o agradecimento a MCM pela hospitalidade, boa vontade, disponibilidade e todas as outras coisas acabadas em "ade".

Um grande bem-haja a esse santo espectacular, LA VAMOS NÒS OUTRA VEZ!!!

quinta-feira, setembro 07, 2006

A saga chega ao fim

Depois do término do estágio dia 3 de Agosto, teria que entregar o relatório do mesmo até dia 18, relatório esse que ficou finalizado dia 14 mas que hoje, hoje e só hoje, o consegui entregar a quem de direito, com todos os requisitos preenchidos.

Causas deste desfasamento temporal? Fecho da instituição para desinfestação; fecho da instituição para férias, férias do tal "quem de direito", ausência desse "quem de direito" do gabinete após o término do período de férias, falta da papelada adjacente que seria obrigatória e impossibilidade de substituição da mesma ou de proceder à entrega sem a referida papelada, burocracias e desorganização. Falta de disponibilidade minha para lá ir todos os dias, ok, ok.

Até ao fim, tudo na mesma. Nem eu poderia acabar o período académico de outra forma!

Já está.