quarta-feira, janeiro 31, 2007

Caminha pela praia ao entardecer.

O sol punha-se, por cima do mar. Sentia a fina areia por baixo dos seus pés descalços, as ondas rugiam serenamente. Sempre lhe tinha sentido este efeito de calma, o mar. O cheiro, o sabor, o rugido. Em breve se acenderiam estrelas no firmamento e sentiria de novo quem era de verdade, de onde vinha, para onde ia.

Já se ia levantando uma brisa mais fresca. Então, tropeçou e ficou esparramada no chão.

(assim não dá pa se ter sentimento poético-filosóficos!)
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