quinta-feira, dezembro 13, 2007

Pai Natal Beirão 2 - O q é q se bebe aí?

E tu, ja desejas-te bom Natal aos teus amigos?

BOM NATAL! :D

(p.s. - estes sketches foram feitos na minha empresa e eu dou voz a uma das ovelhas! eheheh)

Pai Natal Beirão 1 - O q é q se bebe aqui?

E tu, ja desejas-te bom Natal aos teus amigos?

BOM NATAL! :D

(p.s. - estes sketches foram feitos na minha empresa e eu dou voz a uma das ovelhas! eheheh)

segunda-feira, outubro 22, 2007

Ao lado.

Suponho que alguém pode usufruir do estatuto de incapacitado quando tenta repetidamente enviar faxes e o resultado que consegue é pôr a máquina dos faxes a tocar a música da Eurovisão.

Sou incapacitada.

segunda-feira, setembro 24, 2007

Senhoras e Senhores

Esta semana serão feitos os convites oficiais para mais um belo evento anual que dá pelo nome de S. Mateus.

Temos cortes de pessoal, este ano, mas também já temos pessoal cortes. Haverá estreias em tal evento, outros recorrentes.

Promete-se e garante-se diversão.

Os convites seguirão via e-mail ou sms... portanto, estejam atentos!!

:D

terça-feira, setembro 18, 2007

Apologia do Carmesim.

O meu grupo de amigos e eu tomámos, há coisa de alguns dias, uma resolução para o resto da vida. Uma espécie de propósito de ano novo, fora de época.

Decidimos, em conjunto, usar mais vezes a palavra "Carmesim". E porquê? Porque, meus amigos, a palavra "Carmesim" anda, neste momento, pelas ruas da amargura. Quase ninguém fala do "Carmesim" e no entanto, ele anda aí. Todos os dias, todas as horas há milhões de oportunidades desperdiçadas de dizer "Carmesim". Assim, "Carmesim" em voz alta e segura. "Car-me-sim". Bem demarcadas, as sílabas, naquele tom de quem sabe o que diz.

Mais a mais, o uso da palavra "Carmesim" traz imensas vantagens associadas. Dá um ar de seriedade a qualquer observação.

Reparem, hoje, durante o dia de trabalho, uma colega trazia vestida uma camisola cor de rosa. Cor-de-rosa não é Carmesim nem Carmesim é cor-de-rosa. No entanto, foi uma oportunidade que não desperdicei. Disse-lhe pois, "gosto da tua camisola quase Carmesim". E fez-se um silêncio respeituoso. A sério. Houve acenos de cabeça em concordância.

Se isto resultar como eu acho que resulta, imaginem-se num jantar barulhento. Copos e pratos, vozes altas e divertidas. Vocês, sem piada, a um canto, a tentar lutar por um bocadinho de atenção que vos denote como uma pessoa interessante. Vão por mim, experimentem dizer qualquer coisa do tipo "Estas toalhas ficavam melhor se fossem Carmesim". Tiro e queda, com apenas o uso do tom de voz normal, far-se-á um silêncio respeitoso em redor. Acenos de cabeça em concordância com a observação.

Não posso deixar de notar que, se a palavra carmesim tem saído em desuso, alguma razão haverá. Pergunto-me se foi a palavra que deixou de se usar, se foi a cor que deixou de fazer parte do mundo. Seja como for, há oportunidades para a usarmos e para não deixar morrer uma palavra e uma cor que fazem parte do nosso património histórico-social.

Por todas estas razões, eu vos peço que gritem bem alto comigo: "VAMOS SALVAR A PALAVRA CARMESIM!!!"

sexta-feira, setembro 14, 2007

Percepções

Acho sempre incrível a maneira como as percepções da mesma realidade conduzem a resultados que se tornam reais e que são aqueles com que temos que lidar.

A sério. Se isto fosse bem estudado, seria uma ferramenta de um poder inacreditável. É aqui que se operam todas as decisões, com base na percepção que temos: de uma pessoa, de um produto, de um acontecimento, de um facto.

Sim, nada é tão óbvio nem tão objectivo que não possa ser percepcionado de várias maneiras por diferentes pessoas. E é lindo, conforme o posicionamento que adoptamos face a um acontecimento (conforme a percepção que temos dele) criamos a mesma percepção nas outras pessoas - em princípio e à partida, a menos que a percepção de quem nos ouve em relação a nós seja qualquer coisa do tipo "esta não diz nada de jeito".

Isto tem um potencial absolutamente incrível para tudo e em tudo...


(Um post sobre um conjunto de divagações explícitas que não explicito e portanto torna-se algo "vazio" de conteúdo, eu sei, mas com a falta de tempo que tenho tido para o blog, já é alguma coisa... conto um dia destes reabilitar este blog à séria... um dia destes...)

quinta-feira, agosto 30, 2007

Na continuação do post anterior

http://www.youtube.com/watch?v=qKAInP_tmHk

É este o link para o filme final do gmail, começado pela empresa e com a continuação de todos os utilizadores que lhes apeteceu.

segunda-feira, agosto 20, 2007

Re: Gmail: A Behind the Scenes Video

Depois de um interregno bloguístico de quase um mês com direito a quase 15 dias de férias do mundo real e virtual, I'm Back.

Sem muita coisa para contar, é verdade, com algo para vos mostrar: a nova campanha da GMail... muito boa, muito à frente, com bastante feedback do consumidor e com ideias bastante cómicas.

Podem dar uma espreita aqui.

segunda-feira, julho 23, 2007

AS MELHORES PARTICIPAÇÕES DE SEGUROS DO RAMO AUTOMóVEL EM PORTUGAL 1998

recebido via e-mail, n garanto a veracidade mas garanto a gargalhada.

/DESCRIçãO DE OCORRêNCIAS NAS PARTICIPAçõES DE SINISTRO DO RAMO /
automóvel em 1998,consideradas as mais"caricatas&quanto baste"

1. O falecido apareceu a correr e desapareceu debaixo do meu carro.
(das duas uma: ou era atleta ou mágico!)

2. PARA EVITAR BATER DE FRENTE NO CONTENTOR DO LIXO, ATROPELEI UM PEãO.>
(o importante é q não acertou no contentor do lixo!!!)

3. O acidente aconteceu quando a porta direita de um carro apareceu
de esquina sem fazer sinal.
(autêntico caso de Ficheiros Secretos)

4. A culpa do acidente não foi de ninguém,mas não teria acontecido
se o outro condutor viesse com atenção.
(desde que a culpa não seja de ninguém...)

5. Aprendi a conduzir sem direcção assistida. Quando girei o volante
no meu carro novo,dei comigo na direcção oposta e fora de mão!
(a culpa aqui também não é de ninguém,mas se o tivessem ensinado a conduzir
com direcção assistida isso não teria acontecido!!!)

6. O peão bateu-me e foi para baixo do carro.
(malditos peões,só servem para destabilizar...só para chamarem a atenção...
malditos arruaceiros!)

7. O peão não sabia para onde ia,então eu atropelei-o!
(ora lá está!Mais uma vez a tentarem destabilizar! Mas assim ao menos ficou
o caso resolvido...hospital com ele!)

8. Vi um velho enrolado,de cara triste,quando ele caiu do tejadilho
do meu carro.
(It's raining men...ALELUIA!!!)

9. Eu tinha a certeza que o velho não conseguia chegar ao outro lado
da estrada,por isso atropelei-o.
(ora aí está! Tá feita a boa acção do dia)

10. Fui cuspido para fora do carro,quando ele saiu da estrada. Mais
tarde fui encontrado numa vala por umas vacas perdidas.
(se as vacas estavam perdidas,ele foi achado ou perdido?!?)

11. Pensei que o meu vidro estava aberto,mas descobri que estava
fechado quando pus a cabeça de fora.
(e assim que ele viu as vacas,estas ficaram achadas ou continuaram
perdidas?!?)

12. Bati contra um carro parado que vinha em direcção contrária.
(ora aí está uma coisa perigosa! Esses são os piores.... todo o cuidado é
pouco quando eles estão parados...sobretudo se vierem em direcção
contrária!)

13. Saí do estacionamento,olhei para a cara da minha sogra e caí
pela ribanceira abaixo.
(nova campanha da DGV:"Se conduzir,não leve a sogra" )

14. O tipo andava aos ziguezagues de um lado para o outro da
ESTRADA. TIVE QUE ME DESVIAR UMA PORçãO DE VEZES ANTES DE O ATROPELAR.
(mas o importante é que conseguiu ! Há que ir sempre tentando e ter orgulho
na pontaria!)

15. Já conduzia há 40 anos, quando adormeci ao volante e sofri o acidente.
( é perfeitamente natural,então se o senhor conduz há tantos anos deve, com
certeza, estar muito cansado!)

16. Um carro invisível veio de não sei onde, bateu no meu carro e
desapareceu.
(Mais um caso para Mulder e Scully.... ou então para os Alcoólicos
Anónimos...)

17. O meu carro estava estacionado correctamente,quando foi bater
de traseira no outro carro.
(eu bem digo que os parados são os piores.... eles andam aí!!! São três e
andam aos pares!)

18. De regresso a casa,entrei com o meu carro na casa errada e bati numa
árvore que não é minha.
(aqui não restam dúvidas....é caso para os Alcoólicos Anónimos!)

19. A camioneta bateu de traseira no meu pára-brisas, em cheio na
cabeça da minha mulher.
(e só não foi na cabeça da sogra graças à nova campanha da DGV
senão...)

20. Disse à policia que não me tinha magoado,mas quando tirei o
chapéu percebi que tinha fracturado o crânio.
(estava agora a lembrar-me...pertenceria o tal tipo dos ziguezagues aos
Alcoólicos Anónimos também???)

quinta-feira, julho 12, 2007

terça-feira, julho 10, 2007

Tens dúvidas?

Questões existenciais? Perguntas sem resposta? Problemas sentimentais? Não te preocupes, agora já podes perguntar à Anna!!

sábado, julho 07, 2007

Homenagem:

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...............K@os™ - Travian em K@os........................
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quinta-feira, junho 21, 2007

E diziam-lhe que estava louco

E tinham-no mandado para aquela cadeira mas, se lhe perguntassem, ele diria que não era ele quem teria que estar ali mas que sabia a quem aquele lugar assentaria bem.

sexta-feira, junho 15, 2007

Há coisas que merecem a nossa atenção.

Uma delas, para um blogger que sabe que o seu blog só vive enquanto satisfazer as necessidades de quem o procura, é vigiar o site do sitemeter e perceber que expressões trouxeram os internautas desatentos ao lado errado da internet.

Pois bem, ressalto dois amigos que por cá vieram parar mas dificilmente daqui sairam com a informação que procuravam:
- o primeiro veio à procura de "tapar buracos na parede".

Ora meu amigo, faça como eu: cozinhe arroz. De todas as vezes que tentei fazer arroz, consegui uma argamasse espessa e resistente, perfeitamente indicada para o efeito. Estou mesmo a pensar em comercializa-la só que ainda está em fase experimental. Portanto, se o caro amigo voltar a repetir a pesquisa e voltar a vir ao lado errado da internet, avise que nós tratamos de o transformar num "utilizador beta", tão em voga nos dias que correm.

O segundo incauto que a este cantinho veio procurar e saiu igualmente de mãos a abanar, fez então uma pesquisa por "homens que quando adolescentes sentiram-se rejeitados por mulheres".

Bom, estou baralhada. Se por um lado este amigo não encontrou a resposta que pretendia, nós aqui também ficamos sem saber exactamente o que ele quer. Procurará ele uma aproximação teórica a causas, efeitos, comoprtamentos típicos e análises psicológicas afim de tentar curar um trauma existencial resistente ao longo do tempo ou quererá antes uma lista dos nomes desses homens para se aproveitar deles e dos seus traumas?

Se o caro amigo nos quiser responder a esta questão, teremos todo o gosto em tentar uma aproximação a uma possível resposta, quer num caso, ou a um inquérito extensivo de levantamento de dados, no outro caso.

quinta-feira, junho 14, 2007

Loneliness


Loneliness
Originally uploaded by Tony Browne


Deixava-se ficar a ver o tempo e as pessoas passar. Olhava mas não reconhecia, não encontrava expressões familiares, não entendia a linguagem, não percebia o que estava escrito por detrás de olhares que se afastavam furtivos como se não quisessem ver a imagem de solidão que vão ser quando o tempo por eles também se esquecer de esperar.

Da vida que tinha como vivida, feitas as contas, não guardava lá muito. Um sorriso que se aflorava quando desflorava algumas imagens guardadas em recantos da memória mas também já não lhes garantia muita credibilidade. Talvez tivesse sido de outra maneira, era assim que gostava de as recordar. Pequenos fragmentos dispersos de rostos que já não existiam.

Se tinha valido a pena? Vá-se lá saber... supunha que não tinha tido era outra escolha senão ir vivendo... para agora deixar-se ficar e ir morrendo.

Sarcasmos escondidos?

Não sei se o caro leitor já teve oportunidade de se deparar com a nova campanha de verão da Cofidis. Se não se deparou com a campanha, passou as vistas pelo menos pelo spot televisivo que é o que aqui nos interessa.
Acho curioso - no minimo - mas não sei se terá sido de muito "bom gosto" por parte dos criativos (e de quem aprovou a proposta, claro). Ora o spot televisivo que tem um mote do tipo "não vais conseguir sair da praia" mostra uma quantidade de gente enterrada na areia e de cabecinha de fora... talvez numa alusão aos clientes Cofidis que tornaram esta campanha possível quando se enterraram em dívidas?

Achei piada. ;)

quarta-feira, junho 13, 2007

Estilhaços


Au 54
Originally uploaded by Lisemai

O fumo que se desprende lentamente do cigarro, sobe e confunde-se com o ar, desaparece, desvanece... Quase, na roupa sobra o cheiro a tabaco e a alcool, restos da noite feita em estilhaços, frases soltas que ecoam no silêncio que rodeia um vulto, as quatro paredes imaculadamente brancas, os risos da fragilidade da memória, o olhar sarcástico e penoso, ao mesmo tempo, como quem goza com as artimanhas do esquecimento, só vultos em volta, difusos, confusos, encontrados.

Rende-se lentamente ao esquecimento que lhe apontam, entrega-se devagar ao desvanecimento que não consegue, não é fumo, pudesse sê-lo.

sábado, junho 09, 2007

Drawing Hands


03.04.07 - 144/365: Drawing Hands
Originally uploaded by d.rex



Acredito que cabe a cada um fazer-se à sua medida e maneira, entre o que queremos e o que conseguimos, desenhando a par e passo um caminho que decidimos entre escolhas e acasos, que nos sai das entranhas a ferro e fogo. Só assim saberemos, ao chegar a algum lugar, quem somos e do que somos feitos.

Mesmo que às vezes custe, mesmo que às vezes nos sintamos perdidos, mesmo que às vezes escolhamos parar por um momento para chegar mais longe.

"Mas lá ao fundo, sozinho, longe do barco e da costa, Fernão Capelo Gaivota treinava. A trinta metros da superfície azul brilhante, baixou os seus pés com membranas, levantou o bico e tentou a todo custo manter suas asas numa dolorosa curva. A curva fazia com que voasse devagar, e então sua velocidade diminuiu até que o vento não fosse mais que um ligeiro sopro, e o oceano como que tivesse parado, abaixo dele. Cerrou os olhos para se concentrar melhor, susteve a respiração e forçou ... só ... mais ... um ... centímetro ... de ... curva ... Mas as penas levantaram-se em turbilhão, atrapalhou-se e caiu.

Como se sabe, as gaivotas nunca se atrapalham, nunca caem. Atrapalhar-se no ar é para elas desgraça e desonra.

Mas Fernão Capelo Gaivota - sem se envergonhar, abrindo outra vez as asas naquela trêmula e difícil curva, parando, parando ... e atrapalhando-se outra vez! - não era um pássaro vulgar.

A maior parte das gaivotas não se preocupa em aprender mais do que os simples fatos do vôo - como ir da costa à comida e voltar. Para a maioria, o importante não é voar, mas comer. Para esta gaivota, contudo, o importante não era comer, mas voar. Antes de tudo o mais, Fernão Capelo Gaivota adorava voar ...

"Fernão Capelo Gaivota" de Richard Bach"


Foto tirada do FlickR

sexta-feira, junho 01, 2007

Sinais do Tempo

Hoje é dia da Criança. Hoje não cravei um gelado extra aos meus pais, não recebi balões nem rebuçados na rua, ninguém se meteu comigo para me desejar um bom dia da criança.

Em vez disso, assinei contrato.

Suponho que isto quererá dizer qualquer coisa, não?

quinta-feira, maio 31, 2007

pérolas...

Esta noticia saiu num jornal diário angolano...


"... o maior desastre aéreo de todos os tempos aconteceu ontem à noite em Angola: Segundo o mesmo jornal caiu ontem um avião de dois lugares sobre um cemitério de Luanda. Durante a noite foram encontrados 970 corpos, mas as equipas de socorro suspeitam que haja mais."





segunda-feira, maio 28, 2007

Frase do dia

"Quando um prazer está sempre acessível, não há oportunidade de digerir a emoção. A saudade, em doses ligeiras, tempera o prazer."




sábado, maio 26, 2007


Há sempre escolhas e oportunidades aproveitadas, desperdiçadas, às vezes nem se dá por elas, outras dá-se e simplesmente não se agarram, seja pelo motivo que for.

Nunca se sabe onde se vai dar, tem-se o desejo de chegar a algum lado, é tudo. O resto, metade faz a vida, metade fazemos nós.

Não sei onde vamos dar, sei onde quero ir mas tá complicado tá.




(foto tirada de algures, não me lembro de onde)

sexta-feira, maio 11, 2007

tou doente

mesmo mal. toda eu sou uma congestão só, do congestionada que estou. Acho mesmo que é desta que me fino minha gente... o meu nariz está praticamente em ferida de tanto me assoar, a cabeça pesada...

preciso de mimos e cházinhos e canjinhas...

tou de beicinho mesmo. De beicinho constipado, entre espirros.

:(

sexta-feira, abril 20, 2007

Chuva em Lisboa

Quando chove aqui a cidade fica um caos pandemoníaco mas, uma das razões pela qual gosto desta terra de ninguém e de toda a gente é que, quando chove, nunca sou a única maluca sem guarda-chuva nem casaco a saltitar entre e por debaixo de vários toldos e varandas. E depois, aparece sempre alguém que me dá boleia por um bocadinho, enquanto o caminho é o mesmo.

quinta-feira, abril 19, 2007

Há dias e dias e depois há outros dias ainda que não são iguais a estes sem serem lá muito diferentes. E depois ainda há os dias que entram por outros dias adentro e já não sei se hoje é o dia de ontem se foi o dia de amanhã ou se vai ser o de hoje mesmo.

Há dias assim mas nos últimos dias todos os meus dias têm sido um dia diante doutros dias e perdido das diárias que eram as minhas.

É o que dá misturar os dias da gente com os das outras gentes que se nos aparecem à frente.

Gosto, deste dia assim.

sexta-feira, abril 13, 2007

novo trabalho...

wow!!

aqui as guias dos correios fazem-se num programa de pc que manda imprimir o formulário oficial, depois a gente carimba e o papel que sai que é todo xpto e rubrica-se em cima!!! tou no auge!! a lúcia - minha paciente coleguinha! - deixou-me fazê-lo, e carimbar e rubricar e tudo!!!!

WOW!!! Isto é muito cromo!!

quarta-feira, abril 11, 2007

quinta-feira, março 22, 2007

pensamentos soltos de desempregada

Dizem por aí que quem tem boca vai a roma... ora o meu fogão tem 4 bocas e felizmente nunca saiu do sítio. (Acho eu, agora que penso nisso, nãoé dificil ele dar de frosques e eu não reparar...) É melhor ir ver, caso ele tenha fugido a minha mãe é capaz de apanhar um esgoto profundo.

domingo, março 18, 2007

Nicks do MSN

Há de tudo: recadinhos, avisos, piadinhas, piadetes, piadolas, frases bonitas...

Chato chato é pôr só uma frasesinha pindérica num dia mais lamechas e ter o pessoal todo a meter conversa e a perguntar que se passa e a fazer analogias... bla bla bla.

E depois há dias maus em que não sabemos que nick usar. Parece que nenhum nos serve: uns tão curtos, outros largos, outros não têm nada de mal mas não nos sentimos confortáveis com eles nesse dia... uma chatice esses dias.

"Oh Mãe..!!! Não sei que nick usar hoje!! Precisamos ir às compras mãe, não tenho nenhum nick bom para pôr..."

quinta-feira, março 15, 2007

para bom entendedor..


meia palavra basta...



(e eu tive q por isto aqui pa dps copiar a url po forum e tal..)

sábado, março 10, 2007

nova concepção de "taparueres"..

http://www.youtube.com/watch?v=Z00zUJrtRyA

errr.. n sei se gosto... enfim, espreitem. Não são esses os taparueres que aqui se usam e abusam e se vendem e se escrevem e se lêem.. mas espreitem.. ;)

A história da Cinderela

Era uma vez a pobre Cinderela. Vivia só com a sua madrasta, após a morte de seu pai devido a uma insuspeita cirrose. Sua mãe havia muito que tinha dado às botas: casara-se com o pai da Cindy num lindo dia de sol, sob céu azul e uma tenda hi-tech num chik monte alentejano havia já 20 anos. A Cindy cumpria agora 21 dado a mãe ter casado já prenha tendo sido esta a maneira mais eficaz de agarrar o pai da Cindy, esbelto e rico moço abastado de boas famílias. Foi preciso chegar à meia idade para a senhora descobrir que dinheiro e diamantes trazem sorrisos mas não felicidade, que vida social reguerada traz críticas daqueles que nunca a havia visto como igual. Foi preciso chegar à meia idade para a mãe da Cindy fugir com o jardineiro em busca do verdadeiro amor, que jamais encontraria uma vez que o jardineiro andava de olho nos diamantes trazidos à socapa durante a fuga. Mas isso é outra história, neste temos apenas a pobre e infeliz Cindy que vivia com a sua madrasta, segundo casamento do pai. Já trazia filhas, estudantes, responsáveis e desejosas de vingar no mundo do trabalho. Nem sequer sabiam os sitios "ziros" para se sair à noite, desconheciam completamente os meios de gente "zira" onde a Cindy habilmente rodopiava em vestido de noite e nem sequer tinham um "pefume peferido"...

Ora a vil e malvada madrasta tinha a mania de obrigar a pobre e infeliz Cindy a estudar. E as suas filhas sublinhavam entusiasmadas tudo o que lhe dizia. E dizia-lhe "minha querida, o teu pai tudo gastou em jogo e bebida, nada te resta senão dívidas para pagar. Vivemos ainda de aparências mas os senhores do banco já andam de nariz torcido. Terás que lutar nobremente pela tua sobrevivência através do mérito da tua inteligência e capacidade profissional.".

Ora a Cindy não curtia. Era mais uma miúda de borgas chik's em discotecas fashion, com marcas em vez de roupa, com amigas igualmente interessadas na verdadeira essência de cada pessoa: o apelido. E a madrasta seguia com o seu discurso que, de tanto liberal de direita a Cindy já ouvia um estranho e retorcido intelectualismo de esquerda. Não era essa a vida que a Cindy aspirava! Não era esse o sonho que ela perseguia!

Revoltada suspirava a Cindy, apenas compreendida em algumas conversas com a sua mais-que-tudo e confidente: a repórter da revista "Life is Rose".

Um dia no entanto, surgiu-lhe a salvação. Eis que a Cindy conhece um gentil e apraz rapazinho. Chamavam-lhe nerd as amigas, era caixa de óculos na verdade. Mas que interessava a aparência se o ilustre luzia um importante nome estrangeiro que detinha as mais importantes holdings nacionais?

Foi numa noite estrelada que a Cindy e o ingénuo se enrolaram num fashion quarto de hotel de 5 estrelas para se casarem apressados de "tanto amor" no mês seguinte, precisamente 8 meses antes de nascer a filha prematura do feliz e jovem casal.

quarta-feira, março 07, 2007

Sinceridade

Eu aqui ando como quem passeia por uma cidade a primeira vez. Vejo rostos (des)conhecidos, (re)conheço lugares e cheiros, e sinto sobretudo que, talvez por nunca ter estado demasiado tempo no mesmo sítio, aqui pertenço sem que este seja o meu lugar.

Anseio por voos mais altos mas temo que o salto não chegue.

"basicamente" é isto. E uma vontade grande de não desiludir quem acredita em mim. Porque quero acreditar que são esses quem sabe onde é o meu lugar.

(humor àparte, mas ele volta. em breve. espero... que este é um blog de humor carago!.. e isto só pode ser das músicas "corta-pulsos" que ando a ouvir.)

segunda-feira, março 05, 2007

Uma cidade inventada pelos passos dados de mãos apertadas. O anúncio de todas as potencialidades não cumpridas e um rio ao fundo onde há barcos que são peixes. Um corpo que desliza por uma parede branca até assentar no fundo. Se chamasses as coisas em voz alta elas entravam-te pela janela, é melhor o silêncio branco.

Ao menos aprendeu-se que as ausências podem ser eternas, se não houver regresso também ninguém te a pode roubar. Será que isso serve para se continuar a inventar a cidade?

"Maria Lisboa"


No antigo rockline, dps fama (epah, n sei se tá melhor se tá pior, nunca lá tinha ido, eu não sou de cá remember?... sei que tá francamente bom). A música é extremamente dançável - um ponto a favor. O ambiente tá giro... desconfio que se me quiserem encontrar à noite nos próximos dias you can meet me there.

aconselho pois.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Referendo de dia 11 - Aborto, Sim ou Não?

5 de Fevereiro, Antena 1, tempo de antena sobre o aborto. 4 de Fevereiro, 24h00, discussão no bar sobre o aborto. Televisão, debate sobre o aborto. Em todo o lado se discute, argumenta e contra-argumenta e o referendo mais perto. Há gente que vai votar “Sim”, gente que vai votar “Não” numa pergunta que já foi dito e repetido, trapaceira.
Mas será que estamos a discutir o que realmente importa? Será que é este o momento para o fazer?


1 – a realidade social de Portugal – Estamos num país onde não se pode dizer que haja uma politica de prevenção e informação eficaz. Não me lembro de terem vindo ao meu encontro informações por meios institucionais acerca de métodos contraceptivos, acerca de doenças sexualmente transmissíveis, acerca do aborto. Lembro-me de ter falado destes assuntos em aulas de moral e desconfio (até pela abordagem) que a iniciativa partiu de quem tutelava essas mesmas aulas. Não me parece que haja, minimamente, uma política eficaz de esclarecimento, nem de acompanhamento, de informação, de prevenção, de alguma coisa. Parecia-me pertinente despender primeiro esforços e dinheiros nesse sentido antes de se avançar para um referendo sobre a liberalização do aborto (que, mascarado ou não, é isso que este é). Porque para haver direito à escolha de abortar, deveria haver primeiro direito de escolha de engravidar, em consciência das consequências reais que se podem correr.

2 – A falta de “escolha” para quem decide abortar – Apesar de o direito à escolha ser uma bandeira pelos argumentos a favor da liberalização do aborto. Ou seja, uma mulher (ou miúda) engravida sem querer. De repente vê-se numa situação que lhe parece um beco sem saída – seja porque não tem dinheiro, seja porque não tem condições, seja porque o parceiro a pressiona para não ter o filho. A quantas instituições de apoio pode recorrer? Se quisesse ter o filho desde que tivesse um bocadinho de ajuda, para onde se viraria? Desculpem-me a repetição mas parecia-me pertinente despender primeiro esforços e dinheiros nesse sentido antes de se avançar para um referendo sobre a liberalização do aborto. Este ponto vai desde o apoio financeiro (subsídios) ao psicológico, passa por instituições que possam dar abrigo a estas mães e aos seus filhos, passa por políticas de emprego para estes casos, passa por apoio de instituições infantis que abriguem os filhos na ausência das mães. Passa por um sem número de coisas que em Portugal ou não há, ou funcionam mal, ou há e não funcionam ou não chegam. (Aqui ainda poderia falar acerca da “modernidade” que o “Sim” pelo aborto tanto fala e das políticas de natalidade vigentes por essa Europa fora mas o artigo já vai extenso e ainda não vai a metade).

Depois de uma aposta séria, visível e eficaz, o número de abortos clandestinos decairia bastante. Mas até iria continuar a havê-los. Discutiríamos então a liberalização do aborto?

3 – Sistema Nacional de Saúde - Curiosamente, vivemos num país onde, até há bem pouco tempo, se falava e discutia acerca das enormes listas de espera em hospitais. Já não se tem falado muito neste assunto mas a questão não está resolvida. Ora, a intervenção médica para proceder à interrupção da gravidez, deverá ser feita em hospitais públicos, tendo um prazo de dez semanas. Temos condições de resposta para os casos que aparecerem? Se temos, há custa de mais espera de quem já desespera? Temos fechado maternidades e hospitais por falta de meios para os manter, apesar disso, temos capacidade de resposta para todas as mulheres que decidirem abortar até ao prazo legal estabelecido? Porque me parece que não temos portanto, desculpem-me a repetição, mas parecia-me pertinente despender primeiro esforços e dinheiros nesse sentido (agora, no sentido de melhorar a realidade do sistema de saúde) antes de se avançar para um referendo sobre a liberalização do aborto. Isto porque incorremos num outro perigo que é o facilitar a vida a quem já a tem facilitada e não ajudar a quem realmente recorre a abortos clandestinos. Ou seja, quem pode fazer uma viagem até Espanha deixa de a fazer e opta por um hospital nacional privado mas, se o sistema nacional de saúde não conseguir dar resposta aos outros casos, quem optaria por um aborto clandestino, quem realmente precisaria de apoio e de condições, vai continuar a recorrer à mesma via. Ora, para isso, se calhar não vale muito a pena.

Com um sistema de saúde eficaz, já poderíamos referendar a questão da liberalização do aborto? Já… desde que a questão fosse tratada honestamente.

4 – a pergunta: questão levantada (e bem devo dizê-lo) pelo Marcelo Rebelo de Sousa numa campanha chamada “Assim Não”. Votar pela despenalização significa não pôr a mulher que abortou num banco de réus, não significa a criação de meios e infra-estruturas facilitadoras de uma decisão tomada de ânimo mais ou menos leve (até porque ao fim e ao cabo ainda não ouvi muita gente falar de acompanhamento e informação).


5 - a infantilidade – na resposta do primeiro ministro. Um bocadinho ao género do Gato Fedorento, “ah e tal, ou é assim ou nada. Ou é como eu quero ou já não brinco mais”. Tem piada, pensava que a questão do aborto se prendia com necessidades sociais, com a realidade nacional, com a moralidade de todos e cada um – não é para isso que se está a fazer um referendo? Portanto, parece-me inacreditável esta posição. Inacreditável. Ainda mais sabendo que esta questão (a da despenalização independente da liberalização) já tinha sido levantada e o PS votou contra. Parece-me impensável e é-me incompreensível a recusa em mudar uma lei que tem que ser mudada, o facto de nenhuma mulher ter sido condenada é uma demonstração clara de que a lei não tem sido aplicada porque não vai de encontro com as necessidades e moralidade da sociedade.

Infelizmente estarei fora do País dia 11 mas, a votar, votaria em branco. Em jeito de conclusão sintética, não criámos condições alternativas à interrupção voluntária da gravidez e, enquanto não as criarmos, a liberalização do aborto vai ser um modo de taparmos lacunas em vez de as colmatarmos. E claro, não gosto de comprar gato por lebre, há politiquices que até se admitem, questões de marketing político que são mais ou menos indiferentes, mas esta questão é séria de mais para se tornar numa coisa desse género. Bem sei que não são soluções que se criem da noite para o dia e por não terem um efeito rápido não são passíveis de se tornarem bandeiras políticas mas se visse um esforço, por pequeno que fosse, sobre estas questões, já poderia pensar no assunto em si. A questão do aborto, para ser tratada, que seja bem feita. Estão em jogo vidas humanas!

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Procura-se Principe Encantado

Se bem que Principe que é principe vem vestido de branco tipo "ai não me toques que faz nódoa" e é chato porque não é o meu género.

Bolas.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Chuva. Dança. Um de cada vez, um momento de cada vez. Cada um, como cada qual. Sabendo qual o caminho da vida, com certezas - concerteza. O momento, a ser saboreado. Sim, cada um sabendo o seu momento. Há tantas verdades quantas pessoas no mundo - mas isso é para não lembrar. Talvez, às vezes.

Hoje sim, Hoje não, dependendo do momento da pergunta, dependendo da resposta no momento: vida.

Hoje, igual a todos os dias. E tu, onde estás?

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Caminha pela praia ao entardecer.

O sol punha-se, por cima do mar. Sentia a fina areia por baixo dos seus pés descalços, as ondas rugiam serenamente. Sempre lhe tinha sentido este efeito de calma, o mar. O cheiro, o sabor, o rugido. Em breve se acenderiam estrelas no firmamento e sentiria de novo quem era de verdade, de onde vinha, para onde ia.

Já se ia levantando uma brisa mais fresca. Então, tropeçou e ficou esparramada no chão.

(assim não dá pa se ter sentimento poético-filosóficos!)

terça-feira, janeiro 30, 2007

sábado, janeiro 20, 2007

O salteador da arca frigorifica

Quase meia-noite: hora de acção. Um vulto prepara-se com extremoso cuidado. Os sapatos de borracha, inaudíveis. A gabardine preta, camuflagem nocturna. O gorro preto que segura e afasta a franja dos olhos, nada poderá falhar. A lanterna é segurada por uma mão não tão firme quanto o que seria de desejar mas é só uma questão de controlo.

Começa a saga, respira-se fundo, a hora urge, o tempo é agora. Passa a porta, quase que nem respira. Desce as escadas, estudou-as tempo suficiente para saber de cor quais os degraus que rangem. A mão nem toca no corrimão, nem é preciso. Já no hall não hesita, sente as faces afogueadas e a excitação de quem está prestes a alcançar o objectivo. Entra na cozinha, o percurso decorado. O frigorífico espera-o, impávido e branco, altivo e cru. Abre a porta, estalito característico das diferentes pressões, acende-se a luz de dentro. Suspende o tempo, suspende a respiração, será que alguém ouviu? Parece-lhe que não, agarra o iogurte líquido, já nada poderá falhar agora...

- ANTÓNIO!! O que tás a fazer na cozinha a esta hora?
- Vim comer um iogurte.
- Mas porque não mo pediste filho? Eu comprei-os para ti!
- Oh mãe... porque eu gosto de viver no perigo!

segunda-feira, janeiro 15, 2007

"Desempregada" procura Férias

Despedi-me. Tou desempregada. Ou melhor, decidi tirar férias.

A minha agenda:
2ª feira - Almoçar com a Ana que faz anos. Ir para casa. Esperar que sejam horas de jantar. Arranjar-me. Ir jantar com a Ana que faz anos.

3ª Feira - Almoçar com alguém a definir. Ir ajudar o Homem da Faina a escolher um smoking. Gozar com ele. Jantar com alguém.

4ª Feira - Comprar sugos. Não como sugos há imenso tempo. Oferecer um sugo a alguém.

5ª Feira - A definir melhor. Para já o plano é fazer qualquer coisa com alguém.

6ª Feira - Fazer qualquer coisa de (in)útil.

Sábado e Domingo - Gozar o fim-de-semana e descansar da semana atribulada.

2ª Feira - Ir a Idanha-a-Nova passar o dia para ajudar uma amiga a tratar de uns assuntos lá.

3ª Feira - Ir para Elvas.

4ª Feira - Estar em Elvas.

5ª Feira - Fartar-me de Elvas e desta vida de pária.

6ª Feira - Começar a bater com a cabeça nas paredes.

Sábado e Domingo - Gozar o fim de semana em Elvas, descansar e repôr forças.

2ª Feira - Começar a tentar arranjar uma vida.

sábado, janeiro 13, 2007

À procura do ser

Sentava-se perto da janela, olhando para a vida que passava lá fora e perdendo a loção do tempo. Há muito que tinha descartado questões e dúvidas, assuntos que estavam na sua mente mortos e emperrados. Contudo ressurgiam agora com nova força, tal como no filme da bela e da esfera, sentia-se perante uma encruzilhada. Sabia de cor as frases comuns - que depois da tempestade vem sempre a poupança, que quem espera sempre fica com dores no rabo de estar sentado, etc. Contava-se a si propria a história da gata borracheira ansiando o seu final feliz e o que está por detrás dele. Sentia-se com uma paciência de fanta mas, acima de tudo, não queria ser apanhada com a boca na botina. E esperava mas com um sorriso nos lábios, sorriso de quem sabe ter ainda uma carta na tanga. No fundo sabia-se livre e desentupida, sabia-se capaz e com vontade de gritar ao mundo para não aceitarem limitações suas porque só ela era a verdadeira.

Ainda assim precisava de alguma coisa a que se agarrar, alguma coisa que fosse o ar que ela transpirava. Não havia nada agora, nenhuma enorme desilusão, que a pudesse deixar em estado de shopping. Estado de shopping, quando uma pessoa tem uma enorme recepção, um esgoto proundo... não, isso não era para ela agora. Sentia-se uma cobra prima ou mesmo uma mula inspiradora, uma verdadeira Monga Lisa ou uma Vénus Mamilo.

No entanto sabia que os 3 formavam um rectângulo amoroso e era mais do que hora de solucionarem o insolucionável. Afinal, umbigos umbigos, negócios àparte. Não havia nada a temer, afinal quem não deve não treme. "O momento é este" pensava. Mas não saiu do pé da janela e ele passou - tal qual o filme, "E tudo com o vento abalou".

sexta-feira, janeiro 12, 2007

conversas

Mas vais ou ficas?

Vou.. Mas sabes como é, o bom filho à casa entorna.

E depois?

Depois ainda não sei, alguns planos, algumas hipóteses...

Tu vê lá isso que mais vale um pássaro na mão do que dois a cagar-te no cucuruto.

Sim, sem dúvida. Mas já pensaste na sorte que temos? Afinal, as vacas não têm asas.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

... E que o valor das promessas não reside na garantia de serem cumpridas mas simplesmente na manifestação de quem as faz sentir realmente o que diz e ter essa intenção...
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