sexta-feira, junho 30, 2006

I've finished the whole course

because I managed to pass at my nightmare - english II. That's why I'm writtinh this in english - like an homenage at my stone in the shoe!!

so, today is the day I'm finally a Drª - I was intending to go party. But I did not. It's almost 1 a.m. and I'm still working in the office... like if I was finishing an oral presentation the day before of have to present it.

Faces may change, names may change - but does life really change?

quinta-feira, junho 22, 2006

Máquina do Tempo - parte I (porque pode vir a haver mais, ou se calhar não)

No princípio do antes do princípio do tempo, portanto, muito antes do princípio que estás a pensar, mesmo mesmo no princípio do tempo - e ainda mais antes do que o princípio que estás a pensar agora - a Luz decidia quem fazer parte doo Espectro e quem deveria ficar de fora. Ora, nesse princípio, o Amarelo já estava com problemas. É que parece que o Verde - já se sabe como o Verde consegue ser - fez, usando todos os meios, com que o Amarelo ficasse de fora. Alguma inveja tonta, não sei. Tenha sido qual foi a causa, o que é certo é que o efeito no Amarelo foi devastador. É precisamente desta história que mais tarde surge a ictrícia, mas já estou a pôr a carroça à frente dos bois.

Voltando, o Amarelo estava devastado. Durante algumas eternidades (porque estamos antes do princípio do princípio do tempo), o Amarelo chorou amareladas lágrimas sucessivas. Em jorro quase. E é daqui que veio a cor do xixi, mas já não estou a pôr os bois à frente da carroça outra vez.


Até que houve um dia em que o Azul ouviu o que se passava entre o Verde e o Amarelo. Ora, o Azul decidiu tomar medidas. Quando encontrou o Verde em boa posição, dirigiu-se-lhe para uma conversa àparte. Azul e Verde. E falaram.

Ora, o Azul fez ver ao Verde que, se Azul e Amarelo se juntassem - não que eles se fossem juntar, mas se se juntassem - poderiam fazer o seu próprio Verde. Uma ameaça gentil numa conversa séria.

O Verde respondeu: "Oohh" com ar até algo surpreendido mas compreendeu o que se estava a passar.

Por uma mudança de humor pouco inesperada para alguns, o Verde falou com a Luz para que o Amarelo pudesse fazer parte do Espectro. E o Amarelo entrou. Tudo resultou bem, houve uma divisão diplomática e justa, regida pelo Azul. Assim, o Verde ficou com as limas e o Amarelo com os limões.

sábado, junho 17, 2006

"Há pessoas que nunca têm dores de cabeça"

Diz ela com ar seguro enquanto abana a própria cabeça dorida para cima e para baixo. Eu olho incrédula. Como é possível?

Tento explicar-lhe, entre o assombro e a certeza, "Jodi, isso é um mito urbano. Não existe tal coisa... there is no such thing!"

E ela continua com ar seguro e cabeça dorida afirmativa: "É verdade é..."

Não, tu conheces alguém assim?

Não, mas que as há, há.

Não não há. Isso é mito urbano, é sempre a amiga da prima da vizinha da amiga da tia que mora ao lado de uma amiga que ouviu falar de alguém... nunca há nomes, nunca há cidades, nunca há nenhum dado concreto. É o diz que disse, é mito urbano. Toda a gente já ouviu falar mas nunca ninguém viu.

Hum... olha que não. Qual é o interesse de um mito destes?

É para "eles" nos mostrarem a sua superioridade fisica, para nós pensarmos que há gente muito melhor que nós, tão melhor que nós que nem têm dores de cabeça. E depois ficamos tristes e vazios, e pensamos, que vida é a nossa, porque é que isto me acontece a mim, porque é que não sou como os outros que não tem dores de cabeça, que têm boas vidas, muitos amigos, saem muito para clubes vip's, bons ordenados, bons carros pagos pela empresa com combustivel incluido, telemoveis idem idem... e ficamos acomodados porque eles são tão melhores que nem têm dores de cabeça, que podemos nós fazer contra isso? Estamos condenados... e cremos nisso e não vemos que nos estão a enrolar, a enganar e que assim nos controlam!!

Dói-me a cabeça. Vou-me deitar.

...

quarta-feira, junho 07, 2006

são os tempos modernos..!

Olho em volta no escritório. 3 homens para 20 mulheres. Eles mandam, são os big bosses. Mas elas não são mandadas não. Elas são o segredo e a força da empresa, sabem-no e exigem tratamento respectivo. Elas tem o poder, eles o dinheiro. No fundo eles são um bocado pau mandado delas. São elas que são boas, as profissionais, as competentes, as exigentes com elas proprias e com o mundo. São elas que tem pulso forte, que não tem medo de levantar cabelo, de fazer e acontecer e andar para a frente.

Claro, são também elas que entram no escritório às 8h00 e saiem às 21h00 ou mais tarde. São elas que não são casadas nem mães apesar de rondarem os 30, 40 anos. São elas que gritam ao mundo a bandeira da modernidade cosmopolita em que o sucesso profissional e uma casa ao estilo nipónico são o objectivo de vida.

Depois há os copos nos sábados à noite com os amigos em que se jogam influências profissionais e há as quecas ao estilo dos livros de Margarida Rebelo Pinto.

terça-feira, junho 06, 2006

Deixem jogar o Mantorras!

Porque o bom filho sempre à casa entorna, cá estou eu, entornada.

Semana e fim-de-semana especialmente atarefados, tanto tanto que perdi mesmo a loção do tempo! Mas correu bem, tão bem tão bem que posso adiantar que sim, as galinhas já tem dentes. Pelo menos as "minhas".

Depois foi o festejar, tal e qual gata borracheira. Ah, mas claro, com uma bela carta na tanga - o carro na revisão, desculpem lá pessoal, esta noite alguém tem que me dar boleia de ida e volta. Tá fêto! Mas boleia selectiva, tenham lá calma que a conversa ainda não chegou na coisinha!

Enfim, senti-me tal e qual como "Dona Flor e os seus dois bandidos", acabou foi cedo que hoje é dia de trabalho. O dia de folga foi passado na loja do cidadão, uma alegria. Enfim, lá recuperei a minha identidade oficial e mais uma série de documentos que provam que eu sou quem eu acho que sou. Acabaram-se os problemas de identidade, por agora. Com a vantagem que cresci um centímetro!! (À pala de muita conversa dar ao senhor funcionário... não foi nada fácil conquistar o meu metro e 65).

Pronto, agora que recuperei a minha identidade, aviso já para não aceitarem limitações. O blog é este, a pessoa sú eu.

Quanto a outras coisas que até poderia continuar a contar-vos, lamento: prometi que a minha boca seria um túmulo e se não fosse, se o pessoal soubesse que eu vos contava assim, eles iam-me suicidar. Pronto, está bem, estou feita um cão com o nabo no meio das pernas.

Bom bom é chegar-se ao fim do mês e receber o salário sem ser em cheque pré-deitado.

E agora só falta arranjar um príncipe encarnado para eu ser a sua mula inspiradora. Ou então não! ;)

E claro - a frase do dia - DEIXEM JOGAR O MANTORRAS!

sexta-feira, junho 02, 2006

ditado adaptado aos tempos modernos

"Presunção e água benta, cada um toma a que quiser" e a que o padre deixar, previamente acordado segundo donativos, patrocinios, associações de visibilidade e notoriedade, etc.

quinta-feira, junho 01, 2006

ah e tal, ah e tal

mas o que é certo e garantido é que quando se chega a hora, espera lá que afinal, é que não é, foi que não foi, mas é que já não é bem o que foi portanto vê lá isso como é que é.

E às tantas uma pessoa pára e pensa e percebe que há todo um conjunto de certas e determinadas situações, alguns acontecimentos e ouve la que já não sei. E depois não há bússolas nem mapas nem caminhos, há só o que fica do que veio e passou.

mas pronto, depois há sempre aquilo ou o resto e pronto, venha de lá o que vier e a seguir mais também, tem é que haver isto porque depois até se aguenta o que não se aguenta.

Pronto.
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