segunda-feira, março 05, 2007

Uma cidade inventada pelos passos dados de mãos apertadas. O anúncio de todas as potencialidades não cumpridas e um rio ao fundo onde há barcos que são peixes. Um corpo que desliza por uma parede branca até assentar no fundo. Se chamasses as coisas em voz alta elas entravam-te pela janela, é melhor o silêncio branco.

Ao menos aprendeu-se que as ausências podem ser eternas, se não houver regresso também ninguém te a pode roubar. Será que isso serve para se continuar a inventar a cidade?
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