sexta-feira, setembro 10, 2010

Nem sempre sei a importância relativa que as coisas devem ter na minha vida. Sei sempre a importância absoluta que têm.

É fácil gozar com frases que começam com "um sorriso..." e acabam em reticências. Mas é tão fácil gozar com elas quanto é fácil olhar em volta de uma mesa quadrada onde está mais gente do que as gentes que deviam caber e sentir-se em paz.

Durante toda a minha vida tive a sorte - ou o azar! - de sentir que tinha vivido um bocadinho mais do que as pessoas que me rodeavam. e não foi pouco, e não é pouco, diga-se.
Até ter tido o azar - ou a sorte, tanto a sorte..! - de sentir que vivi mais diferente do que outras pessoas me mostram as vidas delas. E ter pessoas assim na nossa vida é aumentar o nosso mundo de uma forma exponencialmente potencial.

Olhando para cada uma de vocês - desculpem lá pah - é ver as diferenças que vos unem. E são tantas! Em personalidades tão fortes há duas marcas: 1ª - como é que vocês se aguentam??? 2ª - como é que eu me vou aguentado num "fazer mais ou menos parte?"

seja lá como for, obrigado por enriquecerem a minha vida. Durante 3 anos, claramente, e espero que mais uns 30, pode ser? Ajuda-me a ter os pés assentes na terra. Ainda que vocês me mostrem que a terra onde assento os pés não é nem nunca foi a única terra que existe.



(claro, estou a tentar não ser melodramática)
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