quinta-feira, julho 07, 2005

Hoje apetece-me divagar.

Assim, divagar devagar. Já se sabe que vai sair um post daqueles, comprido, aborrecido, sem dizer nada de novo nem de velho porque simplesmente não diz nada. O costume. Portanto, se o caro/a leitor/a não está acostumado a estas andanças, o melhor é dar de frosques para manter a sua sanidade mental. Se o leitor já está habituado a estas andanças então é assegurado que já não tem sanidade anal *cof cof*, enganei-me, mental, portanto pode puxar duma cadeirinha, pôr um ar atento e deixar-se ficar.

Estas divagações do muito escrever e do pouco dizer parece que me vão saindo fluídas até. Uma sorte para quem diz tão pouco de jeito quanto eu. Ao menos digo muito, uma mais valia. Quem sabe uma carreira política! Afinal, quem tem touca vai a roma! Quem sabe se depois de um futuro brilhantemente retorico na (t)arte política não vou escrever crónicas jornalísticas... era giro, afinal o bom filho à casa entorna. Mas se calhar não, acho que apesar de tudo não tenho muito feitio para gata borracheira, o que seria indispensável nos primeiros tempos. Perdão, para gata borracheira talvez até tenha, para gata borralheira é que não. De qualquer das maneiras vou guardar esta ideia em pente. Em mente, digo. Porque é sempre bom termos uma carta na tanga.

Cá em relação a ralações amorosas é que já se sabe, o costume, continuo livre e desentupida, com muito gosto. Ainda à procura de um princípe e o mal é que não aceito limitações. Imitações. Até lá vou cantando pelos cantos "Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de fecho eclair". Enquanto não aparece alguém para ser o ar que eu transpiro.

Enfim, voltando ao assunto dos últimos dias, working. Não me vou alongar mais neste assunto, primeiro porque toda a gente sabe que alongamentos são para aquecimento em ginástica e aqui tá um calor que parece que nos suicida. E segundo porque nesta profissão é importante que a nossa boca seja o cúmulo. Às vezes somos tão mal-tratados que só nos apetece fazer como os cães e pôr o nabo entre as pernas. Ou fazer lipo-inspirações, displantes de cabelo e usar lentes de contratos para ninguém nos reconhecer. Ou se calhar isto sou só eu a dizer mal por dizer porque como calculam, ainda não me aconteceu. E afinal de contas já lá vão... hum.... err... 4 grandiosos dias. Ainda não passei por nenhuma cegonha, é verdade.

Bom, grandioso está este post, grandioso = grande + vergonhoso. Portanto, se me dão licença, vou ali e já volto.
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