quarta-feira, maio 11, 2005

O Amor

pode ser até considerado a melhor coisa do mundo mas cá para mim, uma coca-cola bem fresquinha numa manhã ressacada é melhor. Mas não me entendam mal, eu sou a favor do amor... desde que ele não aconteça enquanto estão a dar os desenhos animados da rtp2. É claro que isto do amor é bem complicado, ele encontra-nos mesmo quando nos estamos a esconder dele. Eu fujo dele todos os dias e os rapazes não me largam a porta. Dizem por aí que o amor é a loucura. Pois, não sei mas eu gostava de experimentar mesmo assim.
É suposto o Amor levar até ao casamento e isso não tem nada a ver com beleza. Eu sou bonita e ainda não encontrei ninguém para casar.
Um rapaz que goste mesmo de mim tem que dizer a toda a gente o quanto gosta de mim, e não se pode importar se os meus pais estiverem ao pé. E claro, tem que saber preencher um cheque porque mesmo que haja muito amor é sempre necessário pagar as contas e é bom que um dos dois o saiba fazer.
Eu acho que me vou casar aos 65 anos porque aí já não estou a trabalhar e posso passar o tempo todo a namorar.

O que me chateia um bocadinho é a coisa da atracção fatal, primeiro somos atingidos por uma seta mas se calhar depois deixa de ser doloroso.

No casamento temos que ter muito cuidado com as letras pequeninas porque são as coisas que estão escritas nas letras pequenas que são sempre as mais importantes. E depois, se tiver filhos, tenho que me lembrar que não os posso pentear depois de discutir com o pai deles.

Taparuere à procura da terra do nunca (ou só com um ataque de criancice)
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